Sobre reciclar nossas vidas... MODA PARIS





Voltei! A partir de hoje eu começo a publicar aqui no blog novamente. Vou, pouco a pouco, dividindo com vocês minhas ideias, minhas imersões na moda, no street-style, no jornalismo, na vida. Não sei ainda onde isso vai parar mas, a pedidos de meus seguidores e de meu próprio coração, volto à ativa em definitivo. Vamos lá? Espero que gostem, compartilhem, comentem. Paralelo a isso estou no Snapchat anagarmendia68 e no Instagram @anagarmendia
 


Aqui vou eu...


Sobre minha vida hoje e a moda...

Eu fiquei super contente com o meu novo trench-coat. Lindo, preto, 50% de desconto na semana que eu resolvi comprar. Um golpe de sorte. Vim para a casa feliz, dias depois de ter resolvido nunca mais ir na Zara ( já desisti, vou olhar, ao menos), por causa do trabalho escravo, das acusações... Foi quando resolvi olhar a etiqueta, coisa que minha mãe me ensinou a fazer desde pequena para quando lavar não estragar e também para ver o made in... Sim, era Made in China. É Made in China. E eu não vou jogar fora, porque ele é lindo e eu não achei meu dinheiro na 'poubelle', mas vou sim cortar a etiqueta como fazia uma tia chique que não gostava que ninguém visse a marca das roupas que ela usasse. Não quero me lembrar dessa mancada pro resto da minha vida. Já aprendi. Educação é tudo nessa vida, não é mesmo? Daí, na outra corrente, eu resolvi colocar à venda no Le Vestiaire peças de marcas Made in Italy que não uso mais. Um vestido leopardo do Roberto Cavalli com certificado de garantia, um sapato Valentino, uma sandália da Prada. Não são vintage, mas é uma prática forte por aqui, as mulheres que curtem roupas de qualidade e vivem as vacas magras do mundo, começaram a usar esses sites, esse novo comércio, esse brechó virtual. Com a grana que venderei minhas peças, menos as minhas raridades dos tempos que Gaultier fazia prêt-à-porter (a imagem de abre desse post fiz no seu desfile de despedida no REX) pois essas eu não me desfaço por nada desse mundo, comprarei minhas novas Made in France, Made in Italy, Made in Spain. Quanta perspicácia Ana Clara.





O que vou vender?






Um original Cavalli comprado aqui em Paris na boutique da Saint-Honoré.





O que vou comprar com esse dinheiro?


Um óculos da Loewe. Estou louca por esse modelo, desde quando o fotografei nas ruas de Paris no rosto dessa moça. O que amo nele? É totalmente fora da febre dos espelhados que já cansei de ver por aí. Alguns eu acho horríveis, outros eu não me vejo neles. 


Volto logo! Bisous
A+










5 comentários:

Daniela Valduga disse...

Ana, te acompanho no snapchat e adoro! Fico feliz com o teu retorno ao blog. Admiro a tua história e sempre gosto de saber sobre o teu ponto de vista da moda, vida e Paris...
Bem vinda ao blog novamente! Beijo grande

teresa disse...

benvinda!

Madi Muller disse...

Ana linda, adoro teus textos, e que alívio saber que tb não és fã daqueles óculos espelhados que todo mundo usa (viva a democracia)mas que não ficam bem em todas, como já presenciei em vários looks de street style, onde as pessoas parecem mais fantasiadas ou figurinadas do que vestindo algo que tenha a ver com elas (mas que importa isso para as fashion victims?)-Sou fã de uma moda menos massificadora e mais autoral, onde a qualidade, a originalidade e o gosto pessoal se sobreponham à modinha passageira que todo mundo segue e que deixa todos no mesmo padrão..que tédio era ver esse exército de espelhados em todos os eventos de moda, ainda bem que tem gente da moda que não segue a moda. Bisous!

Ludo Henrique disse...

Muah! ♡

Rosane - Mãe da Princesinha Anne Caroline disse...

Te acompanhando desde então por aqui tbm! Beijo da terrinha.

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