Paris e a depressão... Natalia Vodianova, Antoine Arnault, Carine Roitfeld, Miroslava Duma...

natalia
Tirando a beleza estonteante de Natalia Vodianova que sempre é um plus em qualquer momento, em qualquer ocasião, uma coisa chamou a atenção forte nessa semana de Couture Paris: a depressão, um certo ar de não tem mais tanta graça, de precisamos algum rumo novo na moda. Sempre os mesmos personagens, os mesmos locais de desfiles, enfim, caímos na banalização, até porque segundos depois que quase morremos de frio para chegar a um desfile, blogs do mundo inteiro estão postando nossas imagens e repetindo nossas impressões. Então faço um balanço ligeiro do que vale mesmo hoje como moda: a simplicidade das coisas, como o look de Natalia para ir ao desfile da Dior, amparada pelos braços do amado Antoine. Verdade absoluta o que monsieur Yves Saint Laurent dizia. Era mais ou menos isso: " o melhor vestido que uma mulher pode vestir são os braços do homem que ama". Nua e crua. Natalia nunca esteve tão linda. 

caroline
Mas mesmo sem ter a beleza de Natalia ( que pode aparecer do jeito que quiser), as editoras de moda se simplificaram muito nessa rodada. Muito pelo frio, claro. Vale o toque colorido. Muitas usaram apenas um ponto de cor em pequenas bolsas. Outras tantas usaram os cabelos bem naturais, soltos, sem chapinha ( não elas não voltam absolutas, pelo menos não aqui na Europa. Mulheres que trabalham como loucas e enfretam intempéries nem lembram que chapinha existe). Aliás, é tão old falar que é o fim disso ou daquilo. Claro que temos tendências, temos o sobe e o desce, mas é meio arriscado você decretar o fim de algo. Mesmo. Digo isso, principalmente depois de rodar a cidade e ver que nada foi eliminado da moda. Apenas usado de maneiras diferentes ou nem isso. 


Carine
Continuando a falar da depressão. Carine Roitfeld que é sempre tão abusada em seus looks não resistiu ao gelo, ao frio e ela também entrou na do casaco, bota e pronto. Sem sorrisos que a coisa não estava e nem está para brincadeira.


Mirolsava
A brincadeira fica por conta das russas mesmo. Elas dominam absolutas, nem Anna Delo Russo e nem Giovanna Bataglia deram as caras por aqui no frio que baixou na cidade. Apenas Miroslava, Elena e suas amigas, essas com dinheiro para esbanjar e muitos looks para fazer a gente acreditar que o show vai continuar, mesmo que pareça uma realidade muito distante da nossa. Mesmo que pareça que existe algo fora do lugar. 
Em frente. 
Vamos esperar o prêt-à-porter.
Bisous
A+

Street couture...Alexander Vaulthier, Ulyana Sergeenko, Vogue Brasil...

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Volto com a foto de Ulyana Sergeenko feita ontem, porque hoje foi o dia dela na Couture Paris. A russa começou aparecendo nas primeiras filas dos desfiles e hoje tem coleção apresentada e usada por grandes nomes mundiais. Ulyana não apenas virou it-girl como se solidificou como uma excelente marketeira. Suas roupas exuberantes viraram moda. Ponto para ela. Foi a melhor jogada que vi até agora. Sai das portas dos desfiles, onde vivia sempre passeando e promovendo outras marcas, para lançar seu nome. Mais sobre sempre nesse blog. Mais sobre Ulyana no meu street para Vogue Brasil. A força russa se impõe na moda como nunca. Veja a coleção apresentada por Ulyana hoje aqui

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E sobre esse fenômeno russo não rola parar de falar. Saem as modeletes, sai o estilo Carine ou Emmannuelle e começa a imperar o russo. Incrível, mas elas dominam com um jeitinho particular. 

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Aposte em: cinza, veludos. Saltos altos compactos, botas secas de canos altos, as cuissardes ( isso se você tem pernas finas como as russas....)


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E se quer fazer uma graça, faz cabelos com tranças embutidas. É hit absoluto nesse momento vodka, Baryshnikov! Ah e lê Doistoiévski!!!


Tem um tempo? Vê Nureyev. Dois segundos para entender a perfomance e a inspiração russa na moda de agora:




É isso!
Tem post novo no site da Vogue em instantes.
Corre para ver no www.vogue.globo.com
Bisous
A+
Hoje vi o desfile de Vaulthier. Espero fotos para falar, mas adianto que é meu queridinho daqui para frente.
E de Louboutin que também foi à apresentação no começo da noite no Palais de Tokyo.
Sensualidade com classe. Tudo preto com decotes, transparências e alguns adereços dourados.
Lindo demais.
Vaulthier é o cara. 

Dior Couture 2013, street style Paris...


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A Couture primavera-verão 2013 parisiense acontece com um cenário de caos total. A cidade cheia de neve, gelada, derretida, sitiada, ameaçada, enfim a crise por aqui é grande. Além da geleira, nada rara para o inverno, Paris vive a ameaça de atentados em função do envio de tropas para a Argélia. Uma briga de poder que dura anos e eu não vou me atrever a contar, até porque não é minha editoria, mas eu acompanho o que rola de canto de olho. 
Claro que é importante, bem mais que uma Fashion Week.
 Mas isso não impede os desfiles de acontecerem, embora a gente viva um tempo de algumas baixas. Givenchy não fez couture e McQueen não faz prêt-à-porter no começo de março. Mesmo assim, a moda continua a rolar até com personagens mais divertidos. Parece uma compensação. Se de um lado as coisas andam tão pesadas, por outro, algumas figuras ficam mais leves. Não se pode levar um desfile tão a sério. É apenas mais um. Sempre digo isso. Nas portas o mais importante era correr para entrar. 



blogcouture Tudo depende do contexto e de quem leva a roupa. Aqui o casamento é bom. Amo o chapéu, a saia, a clutch...E o azul. Era minha cor de hoje. Casualmente. 



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Mesmo para quem não entra ( e muitos não entram) as portas são uma curtição. Ficaram mais inspiradoras do que as passarela durante um bom tempo. Agora não sei tanto. A moda criativa tem um jeito realmente encantador. Sempre traz boas ideias. É democracia. Gosto e muito. Mas também muita coisa ensaiada, provocada que tem uma função primordial para todo o processo, mas não é o estado bruto da criação. 



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Apesar de ser bonito de ver algumas cenas. Valeu fazer o street, mesmo congelando. Mais na galeria com texto exclusiva para o site da Vogue Brasil. Clica aqui.







E valeu também...

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Pela maravilhosa renovação da Dior nas mãos de Raf Simons. O desfile foi de uma simplicidade tocante. Talvez por eu conhecer uma boa parte da historia da maison, eu entenda tão bem o que Simons faz ali. Ele limpou a marca, exatamente como ela era nos tempos de Christian. 

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Ele manteve as flores, também importante elemento nas criações de monsieur.



Dior
E ele deu vida a uma casa que andava meio pirada, apesar de genial. Galliano esgotou ali. Não tinha mais o que dar. Raf vem cheio de vida e estrutura para perpetuar a liga entre classe, riqueza e criação que a Dior tem no DNA. Voilà!
Amanhã volto com mais do que der!!! É assim! Não rola prometer, porque se nevar muito podemos não chegar aos desfiles!!!!
Bisous
A+


Street chapeau! Ana Girardot...

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Parece que 2012 foi um ano que não existiu na minha cabeça. Tive um apagamento de ideias. Talvez por ter visto durante tantos anos as mesmas pessoas nas portas dos desfiles e dentro deles que acabei por me acostumar com tudo. Mas agora passados alguns meses reflito e vejo quando moda linda ele anunciou. Como a volta dos chapéus de todas as formas, cores e estilos. Fato que semana que vem irei comprovar ao vivo na semana de Couture em Paris. Outra das minhas constatações são as cores fortes que a gente vai ter que usar. Ao invés dos populares "Tons de cinza" ( que eu confesso que não li e nem pretendo ler...) temos muitos tons de azul. Na minha mala vai uma capa da brasileira Juliana Jabour quase nesse tom!!! Paris me espera para o cafofo 4 em plena Saint Honoré. Aff!



gorro
Mas não são apenas chapéus. Temos os deliciosos gorros. Pode ser asim preto sem pompom. Mas pode ser colorido. É para se divertir mesmo! Brincar com o elemento que aquece e te traz um ar mais cool, menos abusado que alguns modelos de chapéu!!!

suzy
Mas quem se importa com isso? Na tendência Saharienne Suzy Bubbles do blog  Stylebubble.co.uk que eu recomendo e gosto anunciava a sua boa escolha para dias de chuva. Divertido, fofo e funcional. 

Bem....

Agora vou começar a replicar alguns encontro preciosos meus em Paris. Como o dia que entrevistamos Ana Girardot,depois de um desfile da Chanel. Eu e Abraão do Abe Fabulous. O material foi publicado na minha coluna da revista do Viver Bem na Gazeta do Povo. Aqui para quem não leu. Ana também estava na onda chapéu. Marca? A quase popular Maison Michel, uma das aquisições do grupo Chanel alguns anos atrás quando eles salvaram da falência alguns artesãos franceses. Confere:


Boneca Francesa


Ana
Ana Girardot é uma atriz francesa, de 24 anos, aclamada em Cannes por suas atuações em filmes como Cloclo. Magra, cara de boneca, mas com muito estilo para representar o que a francesa tem de melhor: charme com simplicidade. Por isso, Ana é uma das garotas escolhidas pela Chanel para ser o que eles chamam de égérie – termo que, no Brasil, ganhou a tradução livre de “embaixatriz” da marca. Mas não basta vestir Chanel da cabeça aos pés. Égérie é uma espécie de inspiração, alguém que serve como modelo para outras garotas e mulheres que gostam de moda. Diretamente do Grand Palais de Paris, logo após o desfile da Chanel, a garota prodígio do cinema francês falou o que pensa sobre moda e estilo.
O que você acha dos desfiles da Chanel?

AG: São sempre incríveis. Eles são jovens, frescos, com um toque de anos 1970, nouvelle vague. Eu adoro.
O que você veste hoje?
AG: Bailarinas Chanel, um macacão da coleção de inverno 2013, chapéu Maison Michel e minha bolsa Chanel.
Você escolhe as roupas da Chanel que quer usar ou eles sugerem looks prontos?
AG: Eles são muito generosos. Eu posso vestir o que eu desejar de todas as coleções.
O que é mais importante para uma mulher ser elegante hoje?
AG: Eu penso que elegância é ter um belo e franco sorriso.
E o que é mais importante no seu look para você comunicar para o mundo seu estilo?
AG: Você tem de começar com um belo par de sapatos e todo seu corpo vai se sentir bem.
Colaborou nessa entrevista Abraão Ferreira. Merci ami!



Adoravéis excentricidades, Gazeta do Povo, Agora é moda, Streetstyle...




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Assim como no amor, na moda também existe uma linha tênue que separa a razão da paixão. Racionalmente, devemos usar roupas que valorizem nossas linhas, que nos destaquem sem excessos e que nos preparem para encarar todos os momentos da vida. No entanto, isso não é regra. ( no detalhe o look é Stella Mcartney). 

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Existem apaixonados por moda que deixam as convenções de lado e extravasam seus sentimentos por meio de roupas, maquiagens e acessórios. Eles vivem assim e simplesmente arrasam quando aparecem. É divertido e inspirador de ver. Algumas imagens para acreditarmos nessa ideia. Você tem coragem de se tornar uma excêntrica adorável? Pense a respeito. Apenas para balançar os alicerces. Som? Jean-Pierre Mirouze em “Sexopolis”. 

Veja e leia mais sobre essa coluna na Gazeta do Povo, onde eu tenho faz quase sete anos a coluna Agora é moda, pioneira no Brasil em streetstyle. Link aqui
Bisous
A+


Street Style Paris... Stephanie Seymour, Jason Wu, Helmut Newton, Inez & Vinoodh

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Prestes a arrumar minha mala para voltar para minha vida parisiense, começo a pesquisar looks que posso querer usar esse ano. A crise indica que o preto e o branco vão dominar. Ponto para quem gosta do básico? Pode até ser, mas colocar um tempero no comum é sempre uma jogada das boas. Aqui a resolução de um casaco peludo ( please ativistas eu não sei se é de pele verdadeira, mas nesse caso aposto que não!) muda tudo. E o toque midas do cinto fino dourado arrematou a perfeição de uma garota linda. 
Bem, nas resoluções de o que colocar na mala para viajar nunca pode faltar peças de couro pretas. Pode ser calça, saia, jaqueta. Coloque também camisetas brancas, hummm tão comum falar isso né? Pode parecer também, mas tem gente que não consegue juntar os ponteiros do obvio para embarcar para fora do país. Então fica a lembrança de sempre pensar que numa viagem a gente não vai pensar em produções mirabolantes, afinal o importante é o que vamos absorver fora de casa. No meu caso, volto para um lugar que também é minha casa, mas mesmo assim mantenho o hábito de ficar na não ousadia para não errar. Mas essa imagem me traz ideias de como posso sair da mesmice de meus uniformes calças de couro e camisetas brancas. Não quero ser a mesma Ana dos outros anos. O básico me cansou. Quero molho!!!! Pimenta!



E quando vejo a campanha de Jason Wu inspirada em Helmut Newton fotografada por Inez & Vinoodh com Stephanie Seymour -aos 44 anos e absolutamente linda- percebo que não estou errada em querer sair fora do lugar comum. Tem momento para tudo. Não é porque o piriguetismo assustador reina no Brasil que devemos desistir da sensualidade. É questão de como usar, onde e com quem por perto. Em um jantar no la Grenouille até que cabe um macacão desses, não?
Meio piradinha, mas sempre apaixonada por moda. Deve ser a proximidade dos dias, a ansiedade de atravessar o Atlântico e cair em plena semana de moda masculina de Paris e depois na Couture. 
Bisous
A+


Street style Paris, Kate Moss, Mariacarla Boscono Givenchy,Hirohiko Araki para Gucci Spring Summer 2013...

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Antes que comece a nova rodada de moda, daqui duas semanas em Paris, penso no que a gente deveria usar para sair da mesmice. Confesso que ando cansada de alguns looks combinados que tanto bombaram nos dois últimos anos. Em uma conversa com uma amiga, ela me fala algo que constatei faz muito tempo: todas se vestem igual ( principalmente no Brasil, mas na França também existe um padrão geral, então não vejam como uma implicância de alguém que vive mais fora do que dentro do Brasil, ok?), independente de classe social. Isso, obviamente não é um problema, exceto pela falta de personalidade nos outfits. Se todas se vestem igual a comunicação através da vestimenta ganha uma forte lacuna. Não existindo diferenças, não temos como avaliar a nossa sociedade e, é muito claro que, embora existam maiorias, não somos iguais. Bem, uma filosofada básica para falar que pretendo investir em algo como esse look, vindo de uma semana de Moda em Paris do ano passado. Vamos pensar em alfaiataria, em macacão, em penteados diferentes e em uns acessórios com um toque de caracterize um pouco de diversão, assim como bolsas que sejam diferentes das que todas usam. Please. Vamos pensar em Mangas. 

Gucci pensou...

















































A campanha da marca para a primavera-verão 2013 tem os Mangas como inspiração. Os desenhos são de Hirohiko Araki e o resultado é uma inspiração para gente brincar com essa cultura milenar de fazer desenhos em quadrinhos japoneses. A fantasia 2013 começa por aqui...


Mas também tem...


Givenchy com sua turma de sempre como MariaCarla Boscono agora com a participação de Kate Moss.  O making off não mostra muito, mas preserva o espírito de silhuetas mais femininas que Riccardo Tisci mostrou nas passarelas em outubro passado. Veja a coleção completa aqui


Em clima de pré-fall você pode entrar no Style.com e ver as previsões para o outono 13/14. 

Poucos dias para terminar minha temporada brasileira.
Paris me espera. Dessa vez vou pular os shows masculinos, mas na Couture estarei presente. Não se pode ter tudo e nem fazer tudo ao mesmo tempo. Esse é um blog de um profissional apenas. Sem equipe faço o que posso para mostrar o que vejo. Gosto assim. É minha escolha. Alta-costura da comunicação de moda.

Voilà
Bisous
A+

Street Style

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Se eu não fosse voltar para Paris e para o frio em poucos dias, meu look de guerra viraria esse. Amo essa nova fase das saias, mais cheias, mais longas, mais femininas. Amo também a cadência do preto com marinho com valorização de silhuetas e também a sandália que me faz querer romper a promessa que me fiz de não comprar sapatos em 2013!!!! Complicou. Acho que terei que frequentar uma espécie de AAA para apaixonadas por calçados. Que seria Associação dos Loucos por Sapatos Anônimos ALSA! Todo dia teria que dar uma passada para tentar me convencer que o look mais lindo não é nada sem o sapato certo e que todo investimento ( até estouros absurdos de orçamentos) é em prol da elegância, dos passos perfeitos, do casamento com a roupa mais básica. E que todo homem apaixonado admira a mulher que valoriza seus passos em direção a ele. Tudo discurso de uma fashionista, sem vergonha alguma de assumir sua paixão. Paixão essa que também me faz acreditar que os recortes de ombro são lindos. Remetem ao passado, mas não são saudosistas. Assim como os óculos de gatinhos e a bolsa caramelo displicentemente carregada pela mão. Para completar, ainda amo mais uma coisa nesse look: o corte de cabelo. Para usar assim, repartido ao meio e bem emaranhado. Gosto, amo, adoro, acredito em composições assim.
Voilà
Bisous
A+
Happy New Year!!!!




“Grey's Anatomy” Jesse Williams street Paris...

Jessewilliams
E eis que eu tinha guardado essa foto de Jesse Williams num daqueles apegos de fotógrafo. Mas hoje ao responder uma pesquisa de um estudante de moda do Rio de Janeiro sobre moda masculina, resolvi vasculhar minhas imagens para ver o que tinha rolado em 2012 na roupa deles. O que eles usam hoje? pergunta ele, entre muitas outras indagações. Para mim, o metrossexual é coisa do passado. O homem de hoje curte sua beleza, quer agradar, estar na moda, mas não chega a exagerar. Até pode, se quiser, mas Jesse é tão lindo que não precisa de muito, mas de um toque fashion. O terno meio amassado soa perfeito para um ator de um seriado americano ( ele é do Grey's Anatomy) que prega a perfeição física de seu elenco. Jesse tem olhos claros evidenciados pelo cinza. Amo o comprimento da calça. Todos usaram mesmo assim. Fiquei olhando muitas imagens. É bonito? Não sei, mas é moderno e funciona como imagem de moda. Completando a perfeição imperfeita, a camiseta e o coturno. Precisa mais, precisa ( relembrando uma antiga pergunta que eu tinha a mania de fazer aqui no blog)? Não. É absolutamente lindo e perfeitamente usável por qualquer novo homem de nossos tempos. Sem medo de abusar. Abusando comedidamente. Lovely boy.
Bisous
A+


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