Alexa Chung, Garance Doré, Maje, Miroslava Duma, streetstyle...

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E depois de tudo terminado é que começamos realmente a analisar a beleza da semana de moda, se é que ela existiu. Como eu comentei em outros posts, vivemos a Paris do Rehab. E finalmente nos reabilitamos. Caminhamos por alguns dias meio que no escuro. Buscamos novos personagens, novas fotos, novos ângulos de personagens batidos. Foi uma época onde os egos se recolheram. Meio que envergonhados por fazer uma manipulação não muito honesta, segundo o olhar de alguns. Cansamos de caras e bocas. Procuramos olhares e modos de vestir mais verdadeiros.  Belezas e estilos se sobressaíram à vontade de aparecer. Vi uma Miroslava Duma mais contida, menos exposta às câmeras e por isso mesmo mais intrigante e, linda. Chega de teatralidades. Não existe mais NEWS ali. No more dramas please. Mas é tempo de vermos moda que funcione. Jeans funciona. O lado cool com o chique. As eternas pérolas. Amo. Essas te acompanham desde o nascimento até o fim. Depois é curtir os modismos. A hora é de pensar na nova atitude. E ela é e deve se doce . Os egos que se recolhem. Um momento para gente respirar. Silêncio.

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Amei a moda masculina que circularam entre os inquietos paparazzi de portas de desfiles que, acabaram com o streetstyle. Não queria falar isso. Mas é verdade. C'est fini. Next? Melhor: back!! Fotos com historias. 

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Voltamos ao jornalismo de moda com foco em uma informação mais valiosa e menos manipuladora. Eu vi um dia uma das blogueiras mais famosas do mundo. Depois de faturar muito com marcas ( nada contra ela ser garota-propaganda), a bela desapareceu. Sabe por que? Por que para passar informação como formador de opinião ( usando os métodos de um) você deve ser isento. E quando você é pago por essa ou aquela marca, não existe isenção. Então avise seus leitores que é jabá mesmo. Fica limpo e simples. Voltando para a blogueira. Encontrei no Castiglione, um dia antes do desfile de Valentino. Almoçávamos ali, um dos redutos dos fashionistas em Paris. Bem mais cool que o L'Avenue, outro grande reduto, assim como o Costes, lugar que amo tomar um drinque final de tarde.

Do lado da mesa, onde eu estava sentada, havia um imenso pacote de roupas do Valentino, pendurado no cabide que estava exatamente na altura dos meus olhos e de minhas mãos. Não fiz associação com a presença dela a não ser quando, o garçom me pediu para fazer a gentileza de alcançar aquela imensa pilha de roupas. Foi quando carreguei aquele peso imenso e, gentilmente, passei para ele entregar à moça. No outro dia, ela aparece toda de Valentino. Não fotografando. Ali não rola mais. No da Vuitton, apareceu com a câmera enfeitando seu look perfeito. Pronto falei. Esse não é o caso de outras profissionais como Garance Doré que, trabalhou muitas vezes a meu lado essa temporada, inclusive no desfile da Louis Vuitton. Sempre com seu charme. Sempre com suas roupas parisienses e, é claro, uma bolsa, um sapato ou até um casaco muito bacana. Mas se vê que ela ainda é Garance. Admiro. Conheço desde 2006 e sei o que falo. É a mesma grande profissional que alcançou o sucesso, sem manipulações. 


E vamos como????

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Com sorrisos verdadeiros e muito preto!


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Com personagens típicos vivendo seus papéis. Aqueles que sempre se propuseram a ocupar. Flashes para quem tem tudo na vida e gosta de se divertir. Um dia de estrela, melhor, uma semana, dez dias, um mês... Por quê, em Paris, uma bolsa Birkin sempre tem um imenso valor. Não o de quanto vale e sim da historia que carrega em si. Talvez seja essa a diferença que se precise entender para respeitar mais uma peça. A moda do luxo tem valor pelo que representa e não pelo que custa. Ela custa pelo que representa. Muita gente acha que é apenas o valor $$$$. E não é. Não para quem cria. Sim para quem investe e faz os ícones permanecerem em alta. Uma roda da fortuna a girar com uma cadência de um relógio suíço. 


E assim continuarei postando por aqui meus balanços da PFW. Tem muitos outros...

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 As palhaçadas de final de desfiles, orquestradas por alguns na busca de criar imagens que se pareçam com cenas casuais, deram lugar a momentos de encontros...Voltamos com força total às pérolas, é isso. O preto com toque de pérolas? Contenção. Lindo. 

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 E cortesias. Trocas de contatos. Novas redes se formando numa nova Fashion Week. Não vejo a hora de chegar junho!!!!



Viajando no tempo....


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Esses dias li uma matéria sobre a moda de usar colares com detalhes para trás. Olha a pérola no colar que Alexa Chung ainda quando era apenas uma apresentadora de televisão tímida e cheia de estilo. Momento de 2007, depois de um desfile da Chanel.  A inglesa virou ícone de moda do mundo. Merecido. Não fez a linha feia do jabá às escondidas. Nunca. Ponto para ela.
Está em todas as campanhas da Maje, onde tem uma coleção linda com sua cara. Não seu rosto estampado nas ruas não, seu gosto, seu estilo!!!

Love Alexa...



Bisous
Na sequência tem mais...
A+

4 comentários:

Tisa Kastrup disse...

Amei ver que as pérolas continuam eternas. E ler sobre a franqueza do jabá. Queremos verdades no estilo: "não fica bem em você", "esqueça!" e "abuse"! bjks

Geovana Cybele disse...

Adorei o post...

Beijos...
www.gostofashion.blogspot.com.br

KINHA disse...

Olá Ana Carla

E não é à to, ela é super estilosa.

AMIGA da MODA by Kinha

Madi Muller disse...

Mas enquanto existirem it-girls,existirão jabás,um não vive sem o outro...

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