Dior Couture 2013, street style Paris...


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A Couture primavera-verão 2013 parisiense acontece com um cenário de caos total. A cidade cheia de neve, gelada, derretida, sitiada, ameaçada, enfim a crise por aqui é grande. Além da geleira, nada rara para o inverno, Paris vive a ameaça de atentados em função do envio de tropas para a Argélia. Uma briga de poder que dura anos e eu não vou me atrever a contar, até porque não é minha editoria, mas eu acompanho o que rola de canto de olho. 
Claro que é importante, bem mais que uma Fashion Week.
 Mas isso não impede os desfiles de acontecerem, embora a gente viva um tempo de algumas baixas. Givenchy não fez couture e McQueen não faz prêt-à-porter no começo de março. Mesmo assim, a moda continua a rolar até com personagens mais divertidos. Parece uma compensação. Se de um lado as coisas andam tão pesadas, por outro, algumas figuras ficam mais leves. Não se pode levar um desfile tão a sério. É apenas mais um. Sempre digo isso. Nas portas o mais importante era correr para entrar. 



blogcouture Tudo depende do contexto e de quem leva a roupa. Aqui o casamento é bom. Amo o chapéu, a saia, a clutch...E o azul. Era minha cor de hoje. Casualmente. 



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Mesmo para quem não entra ( e muitos não entram) as portas são uma curtição. Ficaram mais inspiradoras do que as passarela durante um bom tempo. Agora não sei tanto. A moda criativa tem um jeito realmente encantador. Sempre traz boas ideias. É democracia. Gosto e muito. Mas também muita coisa ensaiada, provocada que tem uma função primordial para todo o processo, mas não é o estado bruto da criação. 



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Apesar de ser bonito de ver algumas cenas. Valeu fazer o street, mesmo congelando. Mais na galeria com texto exclusiva para o site da Vogue Brasil. Clica aqui.







E valeu também...

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Pela maravilhosa renovação da Dior nas mãos de Raf Simons. O desfile foi de uma simplicidade tocante. Talvez por eu conhecer uma boa parte da historia da maison, eu entenda tão bem o que Simons faz ali. Ele limpou a marca, exatamente como ela era nos tempos de Christian. 

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Ele manteve as flores, também importante elemento nas criações de monsieur.



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E ele deu vida a uma casa que andava meio pirada, apesar de genial. Galliano esgotou ali. Não tinha mais o que dar. Raf vem cheio de vida e estrutura para perpetuar a liga entre classe, riqueza e criação que a Dior tem no DNA. Voilà!
Amanhã volto com mais do que der!!! É assim! Não rola prometer, porque se nevar muito podemos não chegar aos desfiles!!!!
Bisous
A+


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