Paris street-style julho 2011...

Parisstreetstylejulho
E finalmente um final de semana de verão em Paris. Pelas ruas, o streetstyle verdadeiro, aquele que não é ensaiado. Eu cruzo e...snap-shot....Passei a tarde fotografando para enfim ver algo que me faz entender o verão 2011. Tempo de roupa de malha. Pode ser curtinha. Tempo de unhas pintadas de preto ou de algum tom escuro ( não que não se use os vermelhos, laranjas, mas é que eu pessoalmente cansei um pouco, então me identifico quando vejo alguém na minha vibe...) Tempo de clutchs. Amo essa preta seca. Tempo de baskets. Os dela em preto e branco lembram os anos 80, mas são 2011. A pegada pode ser essa. 


Som da Blondie na novaplanet.com minha companheira de todas as horas:







Gros bisous
Bom domingo
A+

Anna Dello Russo, Paris alta-costura inverno 2012...

MULLET
Ok que a Anna é exagerada, mas nada melhor do que vê-la interpretar uma tendência para entender uma roupa. Aqui ela faz a gente repensar no mullet. O que é mullet? É esse vestido com a parte detrás mais comprida e mini na frente. Se a gente gosta, usa ou usaria ou aprovaria, não faz a mínima diferença! 

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Anna faz a roupa existir e isso é entender de moda. Por isso j'adore Anna e aussi les mullets... Não usaria, mas acho engraçado e se diverte é porque funciona. Minimalismo também cansa.
Bisous
Paris enfim com sol.
Vou tentar fotografar!!!
A+

Cores 2011...Streetstyle Paris...

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Falei sobre o azul, mas claro que ele não é absoluto. Nada nem na moda e tampouco na vida é. Aqui o rosa forte quase choque para nos abrir a cabeça. Tem todas as cores do arco-ìris e elas podem ser bem carregadas de intensidade. É assim que a gente passa o ano. Entre cores, shapes, mullets e muito mais...
Volto logo com outro post para dar continuidade nessa repassada de matéria... 
Enquanto isso termino meu livro e passo o inverno, ops!!! verão frio em Paris...
Algumas lojas resolveram prolongar as liquidações, afinal ainda pode ser que o calor chegue por aqui e o povo precise comprar roupas...
Bon week end!!!!
Bisous
A+ 

Armani Privé, Marni, Miroslava Duma, Prada, Philip Tracy, alta-costura inverno Paris 2011/12, streetstyle...

Miroslava
Uma invasão azul. Seja nas flores do conjunto Marni (o sapato é Prada) de Miroslava Duma ou em muitos outros looks e detalhes que vi durante a semana de alta-costura Paris inverno 2011/12. Um relato hoje sobre como o azul vem e como a gente pode aproveitar no nosso dia-a-dia. Eu tenho uma blusa da Isabel Marant azul-marinho. Uso com calça branca. Filei do guarda-roupa do Abraão Ferreira uma camisa e comprei ontem na Zara um macacão cheio de estrelas no clássico marinho e branco. Assim estou coberta na minha vontade de azul???? Não! 

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O azul pode ter brilho assim.  Eu e Marina Sprogis, em uma passada de olho nas novas coleções ontem, vimos muitas coisas com glitter, inspiração Miu Miu que tem um sapato igual ao da Minnie, difícil!!! Faz atenção ao decote, outra fase forte da moda. Eles vêm assim na frente, meio arredondados, comportados, mas podem aparecer mais avançados, como a gente vai ver mais para frente no post...


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Ainda na onda azul, dois tons e materiais que reapareceram total do túnel do tempo. O jeans vem de oitenta, quando a gente usava esse tipo de peça que agora Stella McCartney fez e que sinceramente é bonito de ver, mas pouco confortável para usar. E as saias justas, meio bandagem, essas voltaram... Encare com cuidado. Liga o pisca-pisca e olha no retrovisor antes de sair de casa. Elas podem nos detonar...

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Mas o azul pode ser sofisticado. Como no chapéu de Philip Tracy que eu me apaixonei no dia do desfile da Armani Privé. Uma das poucas manhãs ensolaradas que Paris teve nesse verão, onde as temperaturas médias estão sete graus abaixo do normal, que tal?????????????? Vir para Paris nessa época pode ser uma grande surpresa. Sempre é bom perguntar para quem é local, para saber que podemos usar cashemere da manhã à noite. 

Falando no Tracy...

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Ele também estava de azul no dia do desfile. Fofo, o chapeleiro inglês tem um traço de nonsense no olhar. J'adore ça. Quem faz moda hoje poder conviver tanto com egos super inflados, quanto com gente de sangue mais doce ( como Tracy), seria esse o novo sangue azul??? 

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Voltando para ele, o marinho e para os decotes. Eles podem ser assim nas costas. Lindo...Elegância Armani.





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E mais azul na roupa da Anna dello Russo e na sua clutch. Apesar da roupa e da bolsa, o que me chama atenção são as pulseiras de serpente. Desejo evidente...


Em contrapartida...

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Elas usam branco no verão. Sempre. Imagem que aparece na minha câmera para não me deixar esquecer que não existe mais a moda única e imposta. Ela é cheia de vertentes e caminhos, o que faz a coisa continuar interessante fonte de pesquisa...

Para lembrar os anos 80 e seus azuis. Uma cena do filme "Blue velvet" ou "Veludo Azul" de David Lynch com Isabela Rosselini cantando...Espia...

Bisous
A+
Paris 17°C!

Cate Blanchett, Armani, alta-costura inverno 2012...

CATEBLANCHETT
O dia em que vi Cate Blanchett saindo do desfile Armani Privé entendi que as loiras também podem usar vermelho, desde que sejam deusas como ela.
Volto amanhã com um post especial sobre cores de Paris.
Desculpem a ausência. Trabalho incessantemente no fechamento do meu primeiro livro de fotografia.
Bisous
A+

No Giambatista Valli...

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Porta do desfile de alta-costura inverno 2011 de Giambatista Valli, duas semanas atrás. Show de estampas, a maioria delas navegando na frequencia bicho. Eles continuam e vão atravessar o inverno ( dizendo e repetindo na mesma intensidade que vejo essas imagens passarem por mim). Adoro o movimento desse vestido.  Passei apenas para dizer isso. Post para desejar bom final de semana. 
Paris 17°C e ainda chove. Verão imprevisto.
Bisous 
A+

Chanel alta-costura inverno 2011, Alexa Chung, Charlotte Casiraghi, Daphne Guiness...

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 Fiquei devendo alguns posts sobre os desfiles de alta-costura inverno 2011. As apresentações da Chanel são clássicas aqui no blog e de uma certa e grande forma, ajudaram meu trabalho como jornalista internacional a crescer. Ter um convite para um desfile da Chanel é algo que demanda anos de trabalho no mundo da moda, pelo menos para um jornalista independente como eu, por isso ultimamente tenho guardado primeiro na mente e no coração as sensações que tenho para depois começar a escrever sobre o que para mim é algo muito caro. Para mostrar o inverno Karl Lagerfeld e sua equipe resolveram homenagear o lugar onde Gabrielle Chanel morou durante quase toda sua vida de estilista. 

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Diz a historia que Gabrielle Chanel cansou de morar no pequeno apartamento da rue Cambon ( lugar onde eu pude ir algumas vezes e também postar aqui!!!) e por isso se mudou para o hotel Ritz na Place Vêndome, onde ficou de 1935 à 1971, quando morreu. Para dar continuidade ao que faz o mito ser imortal, a maison continua ilustrando tudo que faz com a presença grandiosa do espirito de Coco Chanel. Lindo, mesmo que o desfile seja enorme e eu consiga fotografar de longe. O que vale é estar ali e captar toda a essência da moda do momento. É isso que tento descrever um pouco aqui hoje. 



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O desfile em si (em um primeiro olhar!!!) não me surpreende mais ( mas logo logo vou mudar esse discurso...) Talvez por que o trabalho de Lagerfeld seja tão focado em manter uma identidade Coco Chanel ( por mais que ele negue!!) que não suspiro ( minto...) mais ao ver as roupas. Para amar e entender a moda Chanel é preciso ir além: olhar bem cada detalhe, para depois saber o que ela traz de novo dentro de uma criação absolutamente conhecida. Chapéus, véus, preto, branco, tweed... 

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Cuissardes transparentes ( opa!!!!!) pronto, uma novidade. Outra? Anotar a cor. Ela é mais... O ambiente todo tinha uma luz meio arco-iris bem leve ( talvez apenas visivel a alguns olhares). 


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Karl queria que a decoração fosse de um cair de dia na Place Vêndome, depois de uma chuva. As cores sempre ficam difusas. Vem o arco-iris. E vieram as roupas com suas mensagens mais secas. Veio o azul marinho, o brilho, as plumas... Começo a me apaixonar..

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Até tombar de amor por esse top de tachas. Wish list eterna para ele e a certeza de que é uma ideia que vai ser difundida mesmo pelo planeta. 


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couture é para isso: lança desejos e aponta os caminhos que o prêt-à-porter e depois a fast-fashion obrigatoriamente vai seguir. Brilhos, costas em alta são verdade!



It womans and girls...



A princesa e seus grampos...Amo! 

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Disse certa vez que toda mulher deve carregar grampos por tudo. É minha marca, onde passo deixo muitos...
Charlotte Casiragui também...


A plebeia, sua pele, seus olhos...

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Alexa Chung é a perfeição. Também anda escabelada e com grampos nos cabelos... Precisaria um penteado diferente? Pasteurizaria sua imagem...

A herdeira e seus disfarces....

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Daphne Guiness é das mais fortes influências da moda, arte e sociedade. Decripta-la é entender a loucura 
e os egos que circulam pela moda mundial..


A diaba  e sua corte...
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Anna Wintour e André Leon Talley em ação. Ninguém pode com eles. Secos, firmes e sempre na linha de frente dos desfiles da Chanel. Isso é fruto do trabalho de uma mulher excepcional. Mesmo depois de 30 anos de sua morte, Gabrielle ainda evoca respeito e admiração...

É isso.
É verão em Paris, mas faz frio.
Normal.
Bisous
A+


Street-style Paris 2011...

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Depois de alguns dias viajando por um mundo absolutamente distante da moda (Alsace e Auvergne, interior da França. A primeira foto é de um grupo de dança folclórica numa tarde de domingo em Alsace...) volto para Paris com a sensação de que ver moda realmente é muito mais que observar as semanas de moda, as vitrines, revistas e tudo mais. Ver moda é ver tudo e principalmente entender porque determinadas pessoas precisam vestir determinadas roupas e porque tudo na gente tem uma sintonia direta com o nosso estado de espirito. Com esse astral, mergulho novamente nas imagens da alta-costura. Com a vontade de descobrir qual é a pegada da hora...

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De cara sei que as imagens dizem tudo. Poderia largar em off e elas bastariam para que os leitores entendessem o processo moda-imagem-ego-fashionweek. Faço tudo com liberdade porque afinal um blog é para isso mesmo, para gente tentar explicar livremente o que vê. Não quero fazer a cartilha, disse milhares de vezes isso. Mas assim vou continuar a fazer do mesmo jeito, mesmo sem ter esse objetivo fixo na mente. Os desfiles de alta-costura mostraram um caos absoluto em alguns momentos. Gente querendo fotografar. Gente fotografando. Impossível você se ater aos detalhes e aos desfiles!!!! A única maneira é disparar as lentes e depois realmente ver se veio algo novo ou não. O novo é a liberdade, que não é nova, mas que continua a alastrar o poder das marcas. Elas formam diferentes tipos de públicos. Enchem os amantes do assunto de paixões, vontades e possibilidades de usar essa ou aquela roupa. Fazer esse ou aquela cabelo. E aqui eu amo de novo o cabelo vermelho e a sobriedade de uma alfaitaria romântica do eterno maravilhoso encontro entre o branco e o preto.

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Ele é resistente e confirma: a corrente minimalista não passa em apenas um virar de estação. É forte e adorable


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Assim como as transparências, as rendas e essa cor e corte de cabelo 
(deixando o meu buscar esse caminho!!!). Interpretação dramática versão Givenchy (quase certeza. Corrijam-me se estiver errada, porquê não tenho o habito de parar ninguém para perguntar o que usa. Minha timidez jamais permitiria tamanha invasão de privacidade. Prefiro a pesquisa...)

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 E também a observação me rende boas constatações. É esse cabelo mesmo. E a cor é muito boa idem, assim como esse jogo de cores, estampa, tecido. Tudo funciona e se funciona é moda. Voilà

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Voilà de novo para esse look tradicional do time de francesas que trabalha na Vogue Paris. Repete a cor de cabelo marrom dourado e o corte um pouco mais longo. Insiste o leopardo. Não tem jeito. O bicho não quer abandonar a cidade. Adoro o jogo com o branco seco.


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No contraponto das francesas simples e leves, estão as russas que atacam a cada Fashion Week com seus modos de viver a moda super divertidos e interessantes. Cores, flores, bolas, formas, interpretações diversas é com elas mesmo. 


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De Valentino à Prada e também espaço para muitos designers que habitam bem longe e que elas fazem questão de desfilar na Paris Fashion Week. Causam sensação e espalham sua cultura de viver uma roupa. 


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E do ponto de observação que eu me coloco sempre vejo detalhes que vêm de quem busca a moda a trabalho. Cabelinho enrolado de qualquer jeito com trança e graça no meio. Viva a imaginação. 

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E viva as estrelas da camisa de seda da Virginia Mouzat, redatora de moda do Madame Figaro e uma das mulheres mais elegantes que conheço. Simplicidade e classe é o estilo da francesa que foi cotada para substituir Carine Roitfeld na Vogue Paris. Sobre Mouzat, um universo de informações interessantes que a gente pode ver na internet, inclusive um auto-retrato onde ela se mostra nua em frente a um espelho. Na edição N°3 da revista Industrie uma entrevista linda com ela e também com Jean Charles de Castelbajac. Na mesma publicação, uma constelação de imagens de Mert Marcus e ainda outras entrevistas com gente da moda. Tudo mais cult, menos Broadway, se é que se pode dizer que Peter Marino não é bling bling, mas tudo bem. Compra e vê outra seleção de imagens com Marc Jacobs todo de Prada. Versão feminina again. 

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 Post enorme, finalizando com esse detalhe de como a moda pode ser fazer passar a ideia da leitura. Uma boa ligar uma coisa a outra. Algumas garotas fazem e é de caso pensado, mas mesmo assim não perde a finalidade de dar a mensagem. Quem lê mais, sabe mais? Não necessariamente, mas a probabilidade aumenta e muito. 

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E como eu me propus de colocar um outro olhar aqui, uma edição de fotos nada ensaiadas, as passadas rapidas de Franca Sozzani a absoluta editora da Vogue Italia. Chapeau para ela, como a gente fala aqui na França. A mesma que se usa em português. 

Gros bisous
Estava com saudades de ficar aqui blogando.
A+
Paris 18°C.

Gaultier, Paris Couture inverno 2012...

blog
Uma das coisas que mais me encanta na moda das portas de desfile de Paris é a diversidade de belezas e manifestações que a gente presencia em massa. Muita gente querendo fotografar as modelos, celebridades, garotas célebres e milionárias que passam de desfile em desfile a trocar de roupas para servirem de referência de moda ao resto do mundo. É doido isso. Doido pensar que é tudo ensaiado, pensado e programado. Mas existe ainda o que é verdadeiro (e partindo de um ponto de vista, tudo é!!! Não?) e traz mensagens de moda e comportamento. A de agora é essa? Também. Bom prestar atenção. Eu capto a irreverência do momento, também ensaiada, e amo o cabelo curto com o make do desfile de Jean Paul Gaultier, um dos melhores que vi dele até hoje.
Com tempo volto para falar sobre ele, Chanel, e outras tantas coisas....



One of the things that fascinates me the most on Paris’ fashion shows entries is the beauty diversity and the manifestations in mass that we get to witness. Lots of people wanting to take pictures of the models, celebrities, it girls and millionaires that go show by show changing outfits that will suit as fashion trends to the rest of the world. Insane that’s what it is. It’s insane to realize that it’s all rehearsed, imagined and planned. But there is what is truly real ( and from a certain point of view it all is!!! Right?) and brings fashion and manner messages. Is this the one for the moment? Also is. It’s good to pay attention. I catch the moment’s irreverence, also rehearsed, and I Love the short haircut with the make-up of Jean Paul Gaultier’s fashion show, one of his best that I’ve seen so far.
With more time I’ll get back to it, Chanel, and so many more….



gaultier
Por enquanto alguns momentos registrados para minha galeria no site da Vogue Brasil.
Vestido icônico de Gaultier. Indemodable.
O link para Vogue você faz aqui.



For now some of the images that I registered on my photo gallery for Vogue Brazil website.

An iconic dress by Gaultier. Fashion classic.
To go to Vogue website here.





Bisous
Paris clareia o dia e eu aqui insone. 

Almost dawn in Paris and I’m here sleepless.
13°C

A+







Translation by Juliana Cintra Mercadante

Dior alta-costura inverno 2012, Karlie Kloss, Vlada, Patrick Demarchelier,Vogue Brasil...

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karlielkloss
Karlie Kloss vestida de arlequim foi o chamariz da Dior para fechar a primeira apresentação sem John Galliano na direção criativa da maison. 



Karlie Kloss dressed up as a harlequin was Dior’s attraction to end the first exhibit without John Galliano as the maison’s creative director.





patrickdemarchelier
Depois da apresentação, as modelos foram para os jardins do Museu Rodin para sessão de fotos com Patrick Demarchelier...



After the show, the models gathered at the Rodin Museum gardens for a photo shoot by Patrick Demarchelier…


vlada
Mesmas tops, mesmos lugares, mas falta o brilho da genialidade de Galliano. Um toque que ele soube dar durante anos ao luxo da grife e que agora vai precisar ser reencontrado por quem quer que venha a substitui-lo. Bill Gaytten, assistente da Dior e hoje diretor-criativo da John Galliano comanda o time, mas não é apontado como o novo substituto...



Same models, same places, but lacking Galliano’s geniality. A touch that He was able to pull up for years to the label’s luxury and that now needs to be found again for whoever comes to replace him. Bill Gaytten, Dior’s assistant and today’s John Galliano (label) creative director  controls the team, but is not mentioned as the new replacement…



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Essa foi a pergunta que ficou no ar no alto do calor do dia: a Dior sobrevive sem Galliano? Bien sûr que sim, mas não vai poder continuar a fazer a mesma fórmula. 
Louca para ver quem são os estilistas que vão ser anunciados em setembro. Gente que pode criar algo lindo e apaixonante deve existir dentre a criação francesa quanto inglesa ou italiana, o fato é que poucos tem a destreza que Galliano teve para dosar a loucura com a criação ( até implodir por total falta de cuidado!!!). Um fato que não se argumenta. Foi mal, mas também não apaga o bom. Eu vi muita coisa linda de Galliano. Uma delas? O desfile de 60 nos da Dior em Versailles. Algo marcante e inesquecível. Preciso achar aqui nos meus arquivos.



That was the question up in the air at the heat of the Day: Will Dior survive without Galliano? For sure Yes, but it can pull off the same formula. Crazy to see who are the designers that will be aannounced in September. People that can create something beautiful and delightful sure must exist inside the French creation as well the British or Italian, the fact is that few have the skills that Galliano had to dose craziness with creation ( till it imploded for total lack of care!!!). A fact that needs no argument. It was wrong, but it doesn’t erase the good. I saw many gorgeous things by Galliano. One of them? Dior’s 60th anniversary show in Versailles.Something remarkable and unforgettable. I need to find it on my archives.



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Apenas se lamenta a forma como a vida de John se deteriorou (de repente a força em fazer o vestido do casamento de Kate Moss pode lhe devolver a dignidade pouco a pouco???) E é bom lembrar que ele não foi o único. Quem se lembra de Claude Montana? Estava na primeira fila do desfile de Eric Tibushi, jovem criador francês, assistindo apático, uma figura longe, muito longe do grandioso estilista por quem a imprensa se debatia (mesmo!!!) para entrar em um desfile seu. Montana foi rei na moda na década de 80.



To be sorry only how John’s life deteriorated ( maybe the strenght to make Kate Moss’ wedding dress can give him back his dignity little by little). It’s nice to remember he’s not the only one. Who remembers Claude Montana? He was at the front row of Eric Tibushi’s show, young French designer, watching it spiritless, a far, very far character from the grand designer for whom the press struggle themselves (really!!!) to get in one of his fashion shows. Montana was the 80’s fashion king.



blog
Bem, eu poderia escrever muito sobre tudo isso, crises e derrocadas de talentos na moda, mas agora vou chamar para minha cobertura especial para o site da Vogue Brasil clicando aqui.
Vê mais o que eu tenho para mostrar e falar por lá.





Well i could write endless about all this, fashion talents crisis and ruins, but now I’ll call to my special coverage to Vogue Brazil website here.See it there what else I have to show and say.



Amanhã Armani Privé, Givenchy e Chanel grandiosa às 22hs no Grand Palais.
Tem mais, muito mais, na minha cabeça sim.
Vou dormir, se não escrevesse não dormiria.



Tomorrow Armani Privé, Givenchy and grand Chanel at 10 PM at the Grand Palais. There’s more, much more, in my head yes. I’m going to bed, if I didn’t write I would not sleep.
Kisses.

Bisous
A+

Carine Roitfeld, Freja Beha, Chanel, alta-costura inverno 2012, street-style Paris 2011...

cores

Fiquei na dúvida entre blogar ou não antes de começar a temporada de alta-costura, mas uma passadinha para apontar algum caminho, nunca é demais. Paris tem um sol absurdo, temperatura amena e dias longos e mágicos, então a gente fica meio que em uma espécie de sentimento de férias, mesmo estando cheia de trabalhos para fazer. É realmente um momento para jogar as cartas 
(com mais tempo e inspiração para refletir) e ver o que vem de novo na moda. Tiro essa foto das galerias da semana masculina da semana passada. O look me parece perfeito. Novas cores para o color block. O verde passa a ser carro-chefe em sapatos ( tem muitos e em diferentes estilos, depois posto mais...) e o laranja joga com o azul marinho, minha cor preferida no momento...

Amo isso:


A campanha da Chanel com Freja Beha e o stylist de Carine Roitfeld passa pelo valor das ruas.
Não existe moda se ela não passar pelas ruas de verdade. 
Precisa mais, precisa?
Parfait
Merci Chanel e Carine


A partir de amanhã uma galeria com fotos e textos meus no site da Vogue Brasil direto aqui de Paris.

Bisous
A+

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