Bom Natal!

Natal
Uma imagem para a gente pensar. A moda é uma comunicação incrível com o mundo. A moda é paixão. A moda é arte? Tem gente que diz que não. Outros afirmam que sim. Para mim, a moda é tudo. Tem vezes que é arte. Tem vezes que é teatro. Outras é afetação. Muitas outras é diversão. Para os que fazem em grande escala é business. Nesse fim de ano, eu quero deixar minha mensagem de sentimentalismo em relação à moda. Acho que essa foto exprime bem o que é uma paixão. É você simplesmente se entregar ao que acredita, sem ter a mínima vergonha. É isso. Invista nos seus pensamentos mais ardentes. Se vista para fazer seu comunicado. Para dizer que você está aí ou que não está nem aí. Ou que quer estar em outro lugar. Ou que quer mudar tudo. Ou ainda quer ser apenas você, independente de modismos. Mesmo assim, ainda vai ser uma moda: a sua. Eu vou fazer meu Natal à minha moda. Quietinha aqui embaixo das cobertas.
Vendo televisão e lendo um livro de história da moda que acabo de ganhar. 

Bonne nuit.
Bom Natal
Paris -1°C.


An image to get us think.  Fashion is a incredible way to communicate with the world. Fashion is passion. Is fashion art? Some say that it isn’t. Some say that yes, it is. To me, fashion is everything. Sometimes it is art. Sometimes it is theater. Others is vanity. Many times it’s fun. For those who do it on a large scale it’s business. At this end of the year, I want to leave a message of sentimentalism towards fashion. I think this picture express well what is a passion. It is just you simply handed over to what you believe in, shameless. That’s it. Rush at your most fiery thoughts. Dress as to make an announcement. To say that you are around or you’re not. Or that you want to be someplace else. Or that you want to change everything. Or still that you just want to be you, fashion independent. Even like this, it still going to be on fashion: yours. And I’ll celebrate Christmas by my fashion. Quiet and tucked in bed under blankets.
Watching tv and reading a fashion history book I just received as a gift.

Good night,
NiceChristmas.


 Translation by Juliana Cintra Mercadante


20 comentários:

Cae Fernandes disse...

Sabe que amo lenços e faixas na cabeça e penso 2 vezes em colocá-las porque sempre atrai muitos olhares, sabe como é Curitiba, né??rsrrsrrs. Seu texto me faz refletir e ter a certeza que somos e que podemos ser únicos através da nossa moda! Então que venham os olhares!!! rsrrsrr
Tenha lindos sonhos!
Bjoooos

Analize Monteiro disse...

feliz natal amiga!
amo amo amo vc!
um abraço enorme, da distância daqui de BC até aí em Paris.
:)

e obrigada por me presentear sempre com seus textos, suas fotos, seus pensamentos, seus sentimentos.
que seu texto continue assim, livre, solto, leve. porque assim vc respeita os seus sentimentos e os sentimentos dos outros. vc ama e é amada.
porque no fundo tudo é feito disso.
que seus sentimentos sejam cada vez mais "cuidados" por vc, e por quem te ama
love you babe

pra mim, moda é arte sim, claro que é, qualquer coisa pode ser, alcancar o estado da arte
alcançar o estado da arte...
pra mim ana, vc alncaça o estado da arte no que vc se propoe a fazer, a oferecer
eu recebo suas expressões por meio dos textos e imagens e percebo claramente que vem de uma pessoa que busca e vê a arte em tudo que faz
sua obra é uma arte Ana Clara Marcon Garmendia
feliz natal

choicesmultiple disse...

Boas festas!
Moda é tudo isso que descreveu. Mas, acima de tudo, um veículo de expressão e, de outra forma, uma mais economicista ou utilitarista, é veículo de emprego, alimenta uma indústria e move pessoas e grupos!
Feliz Natal!! O seu blog e o que escreve é sempre uma grande companhia e uma fuga à rotina e até uma forma de escapulir da minha terra para outras mais ousadas. Uma forma de me ligar a Paris e tudo o que aí acontece!

Andy Santana disse...

Ana, Natal é a época de refletir e repensar muitas coisas feitas durante este ano, pensar nas novas metas, objetivos e ideias.

Moda é instinto e vontade, desejo e prática, ideia e construção, temos que seguir nossos sonhos sem pensar no que o outro vai pensar, independente do que achem siga seus instintos!

Bom Natal, bem quentinho e com uma boa leitura, sinta-se abraçada por mim e com um beijo na buchecha! beijao

Meus arquivos disse...

achei simplesmente MARAVILHOSO o q voc escreveu , acompanho seu blog a um bom tempo , e ano q vem começo a faculdade de moda e com certeza vou lembrar das suas dikas . emfim ana feliz natal

@Luis_Aguiarr disse...

Achei fantástico o post, sinceramente sempre pensei assim, mas meus amigos fashionistas discordam, pois vivem a moda como algo capitalista, mas creio que o ESTILO prevalece na MODA...
bijou bijou Au Revoir

Quiteria Franco disse...

Ana Clar, me comoves com tuas apreciações sobre Moda - tão amorosas com o sr humano.
Obrigada por teus textos e fotos.UH lá lá.
Feliz Ano Novo

Camille disse...

Felicdades para voce. Ter um bom cobertor em uma noite fria é uma frnade festa. Nada como o aconchego.
Bjos e felicidades em 2011.
Cam

Maria Ana disse...

Acredito completamente em cada um fazer o seu estilo, mas eu tenho medo desta senhora por culpa da escolha que fez...

maria ana
www.thebeautylover.blogspot.com

hellen disse...

www.garotasmodernas.com, postado hoje por Hellen Fernandes Macarini, Prezada Ana eu gostaria muito que o post chegasse as mãos da Lea T, farias essa gentileza para mim? Grata.

Lea T., em 2011 seja feliz!


Foi um bafafá no mundo da moda e fora dele quando o estilista da Givenchy, o geniozinho Riccardo Tisci, colocou uma transexual em uma de suas últimas campanhas.
Afinal uma das modelos era um homem, quem era ela?
Fiquei comovida com a história de Leandro Cerezzo, conhecida hoje internacionalmente como Lea T., a transexual da referida campanha.
Lea T é uma transexual (alguém que nasce em um corpo biológico, mas sente-se com outra identidade de gênero.

hellen disse...

Quando nascemos com um pênis ou vagina a sociedade espera que nos comportemos de acordo com nosso órgão sexual - isso é nossa identidade de gênero - que são aquelas convenções socias esperadas: homem não chora, não usa maquiagem, não usa vestido, mulher tem que ser frágil, ter modos bem femininos.
Porém há pessoas que nascidas com um corpo biológico sentem que tem outra identidade de gênero.
Antigamente isso era um grande problema, hoje com os avanços da ciência já é possível construir uma vagina ou um pênis. O problema é que essa prática está longe de ser aceita de uma forma tranquila e quem opta pela cirurgia sofre muitos preconceitos.
Leando Cerezo nasceu menino, mas desde muito cedo quis como identidade gênero ser menina.
É filho do famoso jogador brasileiro Toninho Cerezo e foi criado na Itália, tem mais irmãos brasileiros e queria ser veterinário quando criança, embora seu verdadeiro sonho fosse ser modelo.
A carreira de modelo masculino ia bem, quando conheceu o estilista da Givenchy, Riccardo Tisci, que lhe convidou para ser sua modelo de prova e o começou a incentivar a ser modelo feminina, já que sabia que no fundo Leando era uma mulher.
Assim nasceu Lea T, que incentivada por essa amizade profunda assumiu totalmente para o mundo (principalmente depois que estourou na campanha da marca) que quer ser mulher e que vai se operar nesse mês.
Mas o que me comoveu em toda essa história foi a infelicidade da moça, que revelou em entrevista recente que não teve um dia em sua vida que não sofreu preconceito, que sente que está fadada a ser um ser solitário (mesmo depois da cirurgia), que fala com o pai uma vez por ano e que recebe apoio somente dos irmãos e da mãe.
A primeira brasileira a entrevistá-la e escrever sua história com respeito e sensibilidade foi a querida Ana Clara Garmendia, pois muitos veículos brasileiros só fizeram fofoca e piadinhas de mau gosto depois da publicação da campanha da Givenchy, indo atrás inclusive de Toninho Cerezzo para saber o que ele achava do filho famoso.
Dedico esse post a Lea T e a todos que sofrem por não terem sua condição seja ela sexual ou outra, aceita. Desejo de todo o coração que ela encontre a felicidade como mulher completa, agora também de corpo.
Continuarei minha crença na busca por uma sociedade que respeite a diversidade, pois não entendo uma sociedade onde temos a liberdade de trocarmos nosso nariz, nosso peito, aspirar nossa barriga, implantar nosso cabelo e ninguém nos trata melhor ou pior por isso, qual o problema portanto de alguém retirar ou implantar um órgão sexual se não está feliz com ele? Sinceramente que direito temos de agir com preconceito sobre algo que um ser humano está fazendo com o seu e somente seu corpo, sem interferir no direito ou no corpo de outrem?
Que mundo é esse que não nos importamos com a felicidade de outra alma, mas sim com convenções socias que mudam sempre, quem conhece a história sabe disso (teve época que os homens andavam de salto e se maquiavam e isso era símbolo de virilidade).
Não estou dizendo que não devamos ter opiniões, que devamos aceitar tudo mesmo que a prática nos fira, estou falando de expressarmos preconceito que é a forma covarde de impormos a nossa idéia, é quando ferimos, maltratamos, fazemos bullying contra o outro por não aceitarmos seu modo de ser.
Fico feliz em participar do mundo da moda que ainda possui pessoas como Riccardo Tisci que questionam os valores impostos, e ousa dizer que a beleza está em todos os lugares, que nesse mundo há espaço para todos e fico mais agradecida por fazer parte de um blog que discute a moda em todos os seus ângulos, sejam os mais leves e alegres ou aqueles dolorosos que ainda precisam ser debatidos.
Que em 2011 respeitemos mais a diversidade no sentido amplo do que ela representa, o respeito ao próximo, a suas escolhas, de uma maneira verdadeira e genuína e que possamos nós, enquanto blogueiras e garotas modernas, nos unirmos de maneira sincera na busca por um mundo melhor!!!

hellen disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
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hellen disse...

A carreira de modelo masculino ia bem, quando conheceu o estilista da Givenchy, Riccardo Tisci, que lhe convidou para ser sua modelo de prova e o começou a incentivar a ser modelo feminina, já que sabia que no fundo Leando era uma mulher.
Assim nasceu Lea T, que incentivada por essa amizade profunda assumiu totalmente para o mundo (principalmente depois que estourou na campanha da marca) que quer ser mulher e que vai se operar nesse mês.
Mas o que me comoveu em toda essa história foi a infelicidade da moça, que revelou em entrevista recente que não teve um dia em sua vida que não sofreu preconceito, que sente que está fadada a ser um ser solitário (mesmo depois da cirurgia), que fala com o pai uma vez por ano e que recebe apoio somente dos irmãos e da mãe.
A primeira brasileira a entrevistá-la e escrever sua história com respeito e sensibilidade foi a querida Ana Clara Garmendia, pois muitos veículos brasileiros só fizeram fofoca e piadinhas de mau gosto depois da publicação da campanha da Givenchy, indo atrás inclusive de Toninho Cerezzo para saber o que ele achava do filho famoso.
Dedico esse post a Lea T e a todos que sofrem por não terem sua condição seja ela sexual ou outra, aceita. Desejo de todo o coração que ela encontre a felicidade como mulher completa, agora também de corpo.
Continuarei minha crença na busca por uma sociedade que respeite a diversidade, pois não entendo uma sociedade onde temos a liberdade de trocarmos nosso nariz, nosso peito, aspirar nossa barriga, implantar nosso cabelo e ninguém nos trata melhor ou pior por isso, qual o problema portanto de alguém retirar ou implantar um órgão sexual se não está feliz com ele? Sinceramente que direito temos de agir com preconceito sobre algo que um ser humano está fazendo com o seu e somente seu corpo, sem interferir no direito ou no corpo de outrem?
Que mundo é esse que não nos importamos com a felicidade de outra alma, mas sim com convenções socias que mudam sempre, quem conhece a história sabe disso (teve época que os homens andavam de salto e se maquiavam e isso era símbolo de virilidade).
Não estou dizendo que não devamos ter opiniões, que devamos aceitar tudo mesmo que a prática nos fira, estou falando de expressarmos preconceito que é a forma covarde de impormos a nossa idéia, é quando ferimos, maltratamos, fazemos bullying contra o outro por não aceitarmos seu modo de ser.
Fico feliz em participar do mundo da moda que ainda possui pessoas como Riccardo Tisci que questionam os valores impostos, e ousa dizer que a beleza está em todos os lugares, que nesse mundo há espaço para todos e fico mais agradecida por fazer parte de um blog que discute a moda em todos os seus ângulos, sejam os mais leves e alegres ou aqueles dolorosos que ainda precisam ser debatidos.
Que em 2011 respeitemos mais a diversidade no sentido amplo do que ela representa, o respeito ao próximo, a suas escolhas, de uma maneira verdadeira e genuína e que possamos nós, enquanto blogueiras e garotas modernas, nos unirmos de maneira sincera na busca por um mundo melhor!!!

hellen disse...

A primeira brasileira a entrevistá-la e escrever sua história com respeito e sensibilidade foi a querida Ana Clara Garmendia, pois muitos veículos brasileiros só fizeram fofoca e piadinhas de mau gosto depois da publicação da campanha da Givenchy, indo atrás inclusive de Toninho Cerezzo para saber o que ele achava do filho famoso.
Dedico esse post a Lea T e a todos que sofrem por não terem sua condição seja ela sexual ou outra, aceita. Desejo de todo o coração que ela encontre a felicidade como mulher completa, agora também de corpo.
Continuarei minha crença na busca por uma sociedade que respeite a diversidade, pois não entendo uma sociedade onde temos a liberdade de trocarmos nosso nariz, nosso peito, aspirar nossa barriga, implantar nosso cabelo e ninguém nos trata melhor ou pior por isso, qual o problema portanto de alguém retirar ou implantar um órgão sexual se não está feliz com ele? Sinceramente que direito temos de agir com preconceito sobre algo que um ser humano está fazendo com o seu e somente seu corpo, sem interferir no direito ou no corpo de outrem?
Que mundo é esse que não nos importamos com a felicidade de outra alma, mas sim com convenções socias que mudam sempre, quem conhece a história sabe disso (teve época que os homens andavam de salto e se maquiavam e isso era símbolo de virilidade).
Não estou dizendo que não devamos ter opiniões, que devamos aceitar tudo mesmo que a prática nos fira, estou falando de expressarmos preconceito que é a forma covarde de impormos a nossa idéia, é quando ferimos, maltratamos, fazemos bullying contra o outro por não aceitarmos seu modo de ser.
Fico feliz em participar do mundo da moda que ainda possui pessoas como Riccardo Tisci que questionam os valores impostos, e ousa dizer que a beleza está em todos os lugares, que nesse mundo há espaço para todos e fico mais agradecida por fazer parte de um blog que discute a moda em todos os seus ângulos, sejam os mais leves e alegres ou aqueles dolorosos que ainda precisam ser debatidos.
Que em 2011 respeitemos mais a diversidade no sentido amplo do que ela representa, o respeito ao próximo, a suas escolhas, de uma maneira verdadeira e genuína e que possamos nós, enquanto blogueiras e garotas modernas, nos unirmos de maneira sincera na busca por um mundo melhor!!!

hellen disse...

A primeira brasileira a entrevistá-la e escrever sua história com respeito e sensibilidade foi a querida Ana Clara Garmendia, pois muitos veículos brasileiros só fizeram fofoca e piadinhas de mau gosto depois da publicação da campanha da Givenchy, indo atrás inclusive de Toninho Cerezzo para saber o que ele achava do filho famoso.
Dedico esse post a Lea T e a todos que sofrem por não terem sua condição seja ela sexual ou outra, aceita. Desejo de todo o coração que ela encontre a felicidade como mulher completa, agora também de corpo.
Continuarei minha crença na busca por uma sociedade que respeite a diversidade, pois não entendo uma sociedade onde temos a liberdade de trocarmos nosso nariz, nosso peito, aspirar nossa barriga, implantar nosso cabelo e ninguém nos trata melhor ou pior por isso, qual o problema portanto de alguém retirar ou implantar um órgão sexual se não está feliz com ele? Sinceramente que direito temos de agir com preconceito sobre algo que um ser humano está fazendo com o seu e somente seu corpo, sem interferir no direito ou no corpo de outrem?
Que mundo é esse que não nos importamos com a felicidade de outra alma, mas sim com convenções socias que mudam sempre, quem conhece a história sabe disso (teve época que os homens andavam de salto e se maquiavam e isso era símbolo de virilidade).
Não estou dizendo que não devamos ter opiniões, que devamos aceitar tudo mesmo que a prática nos fira, estou falando de expressarmos preconceito que é a forma covarde de impormos a nossa idéia, é quando ferimos, maltratamos, fazemos bullying contra o outro por não aceitarmos seu modo de ser.
Fico feliz em participar do mundo da moda que ainda possui pessoas como Riccardo Tisci que questionam os valores impostos, e ousa dizer que a beleza está em todos os lugares, que nesse mundo há espaço para todos e fico mais agradecida por fazer parte de um blog que discute a moda em todos os seus ângulos, sejam os mais leves e alegres ou aqueles dolorosos que ainda precisam ser debatidos.
Que em 2011 respeitemos mais a diversidade no sentido amplo do que ela representa, o respeito ao próximo, a suas escolhas, de uma maneira verdadeira e genuína e que possamos nós, enquanto blogueiras e garotas modernas, nos unirmos de maneira sincera na busca por um mundo melhor!!!

hellen disse...

A primeira brasileira a entrevistá-la e escrever sua história com respeito e sensibilidade foi a querida Ana Clara Garmendia, pois muitos veículos brasileiros só fizeram fofoca e piadinhas de mau gosto depois da publicação da campanha da Givenchy, indo atrás inclusive de Toninho Cerezzo para saber o que ele achava do filho famoso.
Dedico esse post a Lea T e a todos que sofrem por não terem sua condição seja ela sexual ou outra, aceita. Desejo de todo o coração que ela encontre a felicidade como mulher completa, agora também de corpo.

hellen disse...

Continuarei minha crença na busca por uma sociedade que respeite a diversidade, pois não entendo uma sociedade onde temos a liberdade de trocarmos nosso nariz, nosso peito, aspirar nossa barriga, implantar nosso cabelo e ninguém nos trata melhor ou pior por isso, qual o problema portanto de alguém retirar ou implantar um órgão sexual se não está feliz com ele? Sinceramente que direito temos de agir com preconceito sobre algo que um ser humano está fazendo com o seu e somente seu corpo, sem interferir no direito ou no corpo de outrem?
Que mundo é esse que não nos importamos com a felicidade de outra alma, mas sim com convenções socias que mudam sempre, quem conhece a história sabe disso (teve época que os homens andavam de salto e se maquiavam e isso era símbolo de virilidade).
Não estou dizendo que não devamos ter opiniões, que devamos aceitar tudo mesmo que a prática nos fira, estou falando de expressarmos preconceito que é a forma covarde de impormos a nossa idéia, é quando ferimos, maltratamos, fazemos bullying contra o outro por não aceitarmos seu modo de ser.
Fico feliz em participar do mundo da moda que ainda possui pessoas como Riccardo Tisci que questionam os valores impostos, e ousa dizer que a beleza está em todos os lugares, que nesse mundo há espaço para todos e fico mais agradecida por fazer parte de um blog que discute a moda em todos os seus ângulos, sejam os mais leves e alegres ou aqueles dolorosos que ainda precisam ser debatidos.
Que em 2011 respeitemos mais a diversidade no sentido amplo do que ela representa, o respeito ao próximo, a suas escolhas, de uma maneira verdadeira e genuína e que possamos nós, enquanto blogueiras e garotas modernas, nos unirmos de maneira sincera na busca por um mundo melhor!!!

hellen disse...

Continuarei minha crença na busca por uma sociedade que respeite a diversidade, pois não entendo uma sociedade onde temos a liberdade de trocarmos nosso nariz, nosso peito, aspirar nossa barriga, implantar nosso cabelo e ninguém nos trata melhor ou pior por isso, qual o problema portanto de alguém retirar ou implantar um órgão sexual se não está feliz com ele? Sinceramente que direito temos de agir com preconceito sobre algo que um ser humano está fazendo com o seu e somente seu corpo, sem interferir no direito ou no corpo de outrem?
Que mundo é esse que não nos importamos com a felicidade de outra alma, mas sim com convenções socias que mudam sempre, quem conhece a história sabe disso (teve época que os homens andavam de salto e se maquiavam e isso era símbolo de virilidade).
Não estou dizendo que não devamos ter opiniões, que devamos aceitar tudo mesmo que a prática nos fira, estou falando de expressarmos preconceito que é a forma covarde de impormos a nossa idéia, é quando ferimos, maltratamos, fazemos bullying contra o outro por não aceitarmos seu modo de ser.
Fico feliz em participar do mundo da moda que ainda possui pessoas como Riccardo Tisci que questionam os valores impostos, e ousa dizer que a beleza está em todos os lugares, que nesse mundo há espaço para todos e fico mais agradecida por fazer parte de um blog que discute a moda em todos os seus ângulos, sejam os mais leves e alegres ou aqueles dolorosos que ainda precisam ser debatidos.
Que em 2011 respeitemos mais a diversidade no sentido amplo do que ela representa, o respeito ao próximo, a suas escolhas, de uma maneira verdadeira e genuína e que possamos nós, enquanto blogueiras e garotas modernas, nos unirmos de maneira sincera na busca por um mundo melhor!!!

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