Moda Paris: Alberta Ferreti, Audrey Tatou, DG, Gianfranco Ferré, Moda Milão, Tommaso Aquilano, Roberto Rimondi, verão 2009...


Ontem eu gazeei o blog. Foi por uma boa causa. Tenho passado horas lendo os acontecimentos do mercado financeiro internacional para compreender como está a moda hoje e para onde ela deve ir. Uma coisa não se separa da outra. Moda, finanças e política andam sempre juntas. Antes de "cair" em Milão, a primeira imagem de Audrey Tatou como Chanel. A atriz francesa é Gabrielle Chanel ainda jovem no filme Coco avant Chanel de Anne Fontaine ( não a estilista!!).




E como em tempos de crise não se inventa muita coisa a D & G, segunda marca da Dolce & Gabbana, colocou a imaginação marinheiro para funcionar. Looks legais, mas nada de novo. Mesmo.





Um toque total Armani não forte. Pegada forte. Juro: se não tivesse visto bem as fotos apostaria serem dele. Uma coisa a dizer? Sabe as flores nas lapelas- aquelas tão bem eternizadas por Chanel- elas estão nas ruas. Use as suas. Podem ser enormes, podem ser discretas.





E a nova escolhida para fazer a campanha da D & G é a Naomi Campbell. Tempos em que até as velhas tops continuam sendo essenciais para a marca se manter reconhecida no mercado. Nada de ousadias nas pubs, mais conservadoras e com muita referência ao passado. É sempre assim. Passou a era do futuro. Ele chegou e quer olhar para trás. Naomi embolsa 1 milhão de pounds pelo trabalho, quase 1300 milhões de euros. Quase 3400 milhões de reais.



Na minha wish list a calça de cintura alta. Até agora achei apenas uma genial na Louis Vuitton. Valores estratosféricos. Não que não valha. A coleção outono-inverno 2008/09 é genial. Roupa para virar peça de museu.



E estamos em tempos de Alberta Ferreti. Dia destes mostrei seus vestidos absolutos no Festival de Veneza. Ferreti faz o tal do mais do mesmo e deixa mulher com jeito de mulher. O poder do vestido no verão é enorme.



Muitas franjas. Cores simples de usar. De compor.


Shapes perfeitos para executivas e stars...



Para nossas escolhas de inventar novas formas de usar as roupas, Ferreti é boa. A saia de franjas pode render uma produção maravilhosa. Se eles estão segurando a criatividade, a gente pode fazer exatamente o contrário. Pouca grana pede imaginação no bem vestir.



E a marca Gianfranco Ferré faz mais uma tentativa de se recompor após a morte do criador ano passado. Tommaso Aquilano e Roberto Rimondi são os novos estilistas da grife. Tudo limpo, simples, muitos brancos, cinzas e o origamismo fervendo...


Gostei da coleção. Os dois contaram à imprensa que pesquisaram muito no acervo de Ferré. Não querem perder o estilo do criador.


Achei que a missão foi cumprida. Não temos genialidade, mas sim uma roupa moderna. A blusa branca é sublime e a saia idem.

Bisous
A+

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