Moda Paris: Hedi Slimane, Kate Moss, Louise Bourgeois, Centro Georges Pompidou, etc...


E eu estou o dia todo tentando postar hoje e as imagens que escolhi não entram de jeito nenhum. Deixo meu pragmatismo de lado e posto do mesmo jeito as fotos que Hedi Slimane fez de Kate Moss e que foram publicadas esse final de semana na revista do Liberation...


Parte desse trabalho de Slimane como fotògrafo não traz nada de novo nem à imagem e tampouco à Kate, mas é belo. Acho que não tem como não sair uma coisa boa com uma dupla como essa. Eles, mesmo quando fazem, como eu gosto de dizer, " mais do mesmo" fazem bem. Não tem frescor nessas imagens, repito...



A não ser pelo ar de entrega fascinante sempre presente em Kate. Aproveito para desabafar: não suporto o que a imprensa marron anda querendo fazer com ela. Não existe Agyness Deyns (nada contra a top inglesa, mas ela não tem nada que possa ser comparada à Kate) para bater Kate.




Assim como não haverà uma nova Gisele, nem uma nova Piaf (apesar de Marion Cotillard ter chegado là, certamente levada, como ela mesma disse pela pròpria energia de Piaf) e não haverà também uma nova Maria Callas, nem novas Marylins ( nem publiquei as fotos de Lindsay Lohan plagiando Marylin nas suas ùltimas fotos de propòsito, Bert Stern poderia bem ter ficado sem essa), essas mulheres são ùnicas e é isso que as fez e faz divas.






E por falar em ùnica caì de amores por mais uma diva: Louise Bourgeois...A artista francesa hoje com 96 anos de idade ganhou uma expo no Centro Georges Pompidou e eu fui ver no sàbado à noite. Saì de là inebriada com a lucidez e a força de sua obra. Ela é famosa pelas aranhas, existe inclusive uma dessas esculturas no MAM de São Paulo, mas seu trabalho é muito mais que isso e tem, inclusive a ver com roupas. Louise foi muito pequena para Nova York. É filha de uma famìlia que fazia tapeçaria e seu trabalho é simples, despretensioso e direto...



Uma de suas "Spiders" em exposição aqui em Paris. Dentro, objetos como linhas, espelhos, pedaços de tapeçarias... Uma viagem dificil de retratar em palavras.




E essa é uma de suas obras para mim mais fortes e chocantes: " The Destruction of the Father". Canibalismo artìstico feito com primor de uma alma feminina magoada. A revolta da artista exteriorizada quando ela perdeu repentinamente o marido...Fica aqui minha dica para quem ainda não conhece: busque, conheça e se possìvel ouça Louise nos videos em que ela explica seus quase 90 anos de arte... Fascinante...




Para fechar meu post reduzido pelos bloqueios da tecnologia em imagens, mas não em conteùdo uma imagem vinda da Reuters com o penteado de uma habitante da Nigéria... Cada um com sua moda que realmente não tem classe social e nem escolhe onde se manifestar, é apenas um veìculo de quem tem vontade de se expressar através de roupas, cabelos, acessòrios...
J'adore...
Desculpe os pontos, acentos tudo trocado, o navegador em português também não funciona hoje. Sou insistente e posto, repito, do mesmo jeito.
Bisous
A+

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