Moda Paris: Marc Jacobs, Calvin Klein, Y3, Diesel, semana de moda de Nova York, as apostas do blog, Henri Salvador, Audrey Hepburn...




Custei mas cheguei a minha análise da semana de moda de Nova York. Depois da imersão nas ruas volto um pouco meus olhos para as passarelas e pulo direto para as criações apresentadas em NY. Mostro o que acho que vai funcionar. A imagem do macacão de veludo desfilado ao som do Sonic Youth no desfile de Marc Jabobs? Funciona. O retrô da marca, por vezes, foi além do que a praticidade de hoje pode suportar-pelo menos para quem não vive em função da roupa e sim tem nela uma aliada...



Usei nos anos 80 muito desses arranjos na cabeça, como chamam mesmo? Alguém aí lembra? Mas esse look, nem com todo meu respeito e admiração pelo trabalho de Jacobs pega...Nem cor, nem silhueta, nem nada...



A parte homem é toda boa. Com o vácuo deixado por Hedi Slimane, a moda masculina tem que achar um substituto para adorar. Falando em Slimane, dar um pulo na galeria de rock de seu site é um dos meus programas favoritos...




A revolução anos 68 da coleção Marc by Marc Jacobs esta sim tem tudo para continuar na nossa órbita. Mais do mesmo ( me lembra o desfile de um ano atrás da Louis Vuitton) e bom...



Classicismo...

E todo mundo aqui fora falou na volta clássica de Nova York. Bem, pode-se dizer que o trabalho da Calvin Klein, com ou sem Francisco Costa, sempre foi por essa linha. E agora passa por um momento de refinamento indispensável para quem está por dentro do que acontece no resto do mundo. Moda boa e sem ostentações...



Jil Sander? Não Calvin Klein. Impossível não fazer a comparação...Essa é a tal da roupa para sempre...





E a Diesel hein? Ensaiou um prêt-à-porter de luxo e volta atrás agora com o que sabe fazer e vende melhor. Curti os novos tons acinzentados e sei que as pelerines viram febre, apesar de achar elas insuportavelmente chatas de usar...



E a saída do grande Valentino de cena deixa no ar seu espírito de criação. Passagem do desfile de Proenza Shoulder...



A criadora do vestido-envelope-agora com várias lojas em Paris, além dos corners que tem nas grandes magazines- Diane von Fustenberg, dà para a gente uma certa elegância pós-guerra e confirma que o clássico nunca cansa a criação...



Mas Diane não ignora também a versatilidade do mercado e o tipo de cliente que tem. Eu adoro a combinação rosa e vermelho, apesar de não usar acho maravilhoso quem tem a manha...




E nessa onda de aberturas de lojas e expansão Diane não esquece das clientes mais joviais-melhor dizer assim jà que hoje a gente não consegue calcular a idade de uma mulher a olhos vistos-e deixa correr a linha dos curtos com meias fechadas. Uma das modas mais práticas de todos os tempos...




E eu elegi esses três últimos looks da Y3 depois que vi dia desses uma moça usando uma roupa da marca na rua. Me chamou a atenção como ela estava bem nos cortes e cores do casaco que vestia. Então meninos anotem esses. Bons e funcionam para o dia-a-dia...Gostei do toque cargo na calça-saroel... Mistura bem-feita...



E encerrando com a cor que mais tem vibrado na minha frente nas duas últimas semanas: red total...
To indo pegar o final de tarde de Paris
Volto amanhã e sempre...
Bisous
A+

Salve Henri Salvador, morto aos 90 anos...
Curte um vídeo ele em homenagem à Audrey Hepburn...


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