Men in Italy... Miner...




Momento único meu e de minha câmera soltas pelas ruas de Milão. Efervescência.  Homens por todos os lados na hora do almoço. Cruzam por todos os lados. E segue o azul. Ele insiste em se fazer indispensável para a elegância nata, desprogramada. Sim. Você pode ser um gravatinha e ser cool


Bom também...




Ser simplesmente básica e chiquérrima. Desafio eterno para quem quer adentrar nos campos da elegância. 

Vibração continua no tênis vermelho...




 Dias diferentes. Cidades italianas. Verão 2014.








Som?




Bye!



Para pensar em azul... Blue Velvet, David Lynch...





Homens por todos os lados. Foi isso que vi e captei em alguns meses na Itália. Fiquei fascinada ( como todo mundo que vai para lá) com a elegância nata deles. E intrigada também.  Que o vestir-se bem não é simples é constatação primária. Tento ir mais fundo e entender esse vestir que nada tem a ver com grifes, pelo contrário, é base para os grandes criadores se inspirarem, mas só chego a uma conclusão. O vestir vem do prazer, do hedonismo, do tentarmos traduzir quem somos através do que portamos. Claro que uma roupa bem cortada, um jeans que dura anos e uma bolsa que não fica datada em cinco meses ajudam muito, mas a consciência do vestir é muito mais que isso. Para pensar em azul, veludo e em jeans. Para pensar em misturar cores (como o toque da camisa rosa e o sapato e a meia). É muita cadencia dentro de uma naturalidade. Superioridade no vestir. 






Até mesmo um terno pode ser menos careta. Hoje estou com essas palavras na cabeça. Vai saber o motivo: maioral, autoral, magistral...



  A inspiração azul segue martelando ainda mais com essa foto feita nas ruas de Bergamo. O músico e a cor. O som fica para gente imaginar. Mais veludo. Azul. Blue Velvet, quem viu o filme do David Lynch? Aconselho muitas vezes. 
Década de 80, música, figurino e atores. Um marco no cinema. 
Sou suspeita. Amo a visão de mundo de Lynch.



Aqui obra dele em expo na Maison Europeia da Fotografia de Paris, esse ano. As peças eram todas feitas com imagens que ele colheu em filmagens. Ta aí: Lynch é um artista maior. Em Paris tem também seu bar que se chama Silence. Não fui ainda por preguiça (durmo cedo). Mas já fui convidada algumas vezes. Lá só entra assim. Membros da casa que te convidam. 




Uma imagem. Mais que isso? Vai para sua mente aprovar, reprovar, amar, inspirar.
É isso.


O som:






Bisous
A+

Inspiração 2014...


Para quem chega agora explico. Esse espaço foi durante anos dedicado a Moda Paris. Dois ou três meses atrás, resolvi virar a página. Entrei num período sabático. Queria sair do claustro da moda e começar novas postagens. O site com meu nome apenas e minhas inúmeras vontades de falar sobre outras paixões que não apenas a moda.  Agora sem estar presa ao Moda Paris inauguro uma nova fase. Claro que vai ter muito Paris, pois é lá que passo grande parte do meu tempo. Mas vejo outras modas que não aquelas das vitrines e dos desfiles. Agora sou eu em diversas direções. Por detrás de grades de lugares incríveis da Itália, por caminhos no Brasil, por onde eu for. A ideia de recomeçar a postar no mesmo endereço é apenas para facilitar quem, ao longo desses anos, tem estado a meu lado. É só clicar anaclara.com.br e pronto, meu site continua aqui. Queria algo mais simples, com foco no conteúdo. Obrigada Clarice Cassou, querida designer gráfica que cuida de mim desde muito tempo e que se prontificou da Itália a fazer esse recomeço exatamente como eu queria. Aqui vai ter moda, arte, fotografia. E muita inspiração. Streetstyle real e das portas dos desfiles. Aqui vou dividir com vocês minhas mais profundas buscas por respostas que nem mesmo vamos chegar a encontrá-las, pois iremos entrar em outras questões. Meio bagunçado mesmo. Para aguçar. Vamos nessa?


A moda de 2014 tem uma característica forte que é o reforço do streetwear. Claro que andamos em busca de beleza, mas ela aparece de maneira simples e sensata. Cansa o caricato.


 Entra o mais orgânico. A roupa que funciona e te cai bem.


E muitas tees. É a época para elas. Até a Couture se rendeu. Giambattista Valli põe força no modismo mas, na verdade, um certo tempo atrás, Galliano já havia feito para Dior. E Chanel, desde seu começo, mais de um século, colocou as malhas ao nosso dispor para nunca mais nos separarmos delas. Escolhas. Nos homens sempre perfeitas. E na gente também. 


E vive-se nas ruas reais ( aqui um snap-shot em Bergamo, cidade vizinha a Milão) um momento que não chega a ser um 70 renovado, mas algumas referências que lembram aquela época. Ah! E o triunfo absoluto da All Star. 





Não que se não se use outras marcas, mas quando você quer algo que te dê uma aparência menos vítima da moda e mais consciente ( se é que funciona consciência para quem gosta do babado), vai com eles. Ou com algum modelo vintage de uma marca que você seja fiel. Boa palavra para definir e alinhar seu mood: fidelidade. 





Naturalidade nos cabelos para estampar no rosto um óculos espelhado. Eles vencem e são uma febre absoluta. Das crianças aos gondoleiros de Veneza.

Aliás, eles mantém a fama de serem lindos e sedutores. As listras, o chapéu, o look inteiro é para copiar e não ter medo de erro. São clássicos que não vão se perder. Volta a palavra fidelidade. 




INSPIRAÇÕES Fotográficas...





As bikes italianas...




As gôndolas venezianas e todo o mistério que elas carregam.


A trilha não me deixa nunca. 



Bem, aqui vai funcionar assim. 
No Insta me segue direto.
@anagarmendia
Gros bisous mes amours


LinkWithin

Posts relacionados