Um punhado de inspiração para amar...Love is lost? David Bowie...





 Nessa fase de postagens, no novo momento do site, vale não falar nada. Deixar o vento bater na foto e simplesmente quem passar por aqui, pode tentar absorver. Febres deslumbres, comportamentos, o que quer que seja. Um desejo de saias longas e saltos menores aparece. É forte. Mas também não é uma febre. Isso torna o fato bom. O torna programável. Temos algum tempo para comprar nossos sapatinhos prateados. As saias power-flower mídi são uma questão de corpo. A gente pode ou não usar. Não adianta relutar. Anos 50 sempre são revisitados. Sempre é uma palavra constante.  




Descobri hoje essa foto adormecida nos meus arquivos. Não tirei há muito tempo, mas ela me traz muito. Novos desejos. Inspiração pura.  Não preciso de tempo para entender que os shapes são outros. Contrastes. Conforto. Elegância. Um grande desafio pela frente. Não sermos iguais...


Por que não somos mesmo. Mas podemos entender e viver a moda todas juntas. Sem essa dos antigos. Dos novos. Dos vanguardistas. Temos que comunicar nossas informações. Prova? A foto. Feita em Paris. Março 2014. 



Sem perder o amor pelo som...
Grande Bowie...
Grande som...





Bye
Contando as horas para contar da expo linda que vou fazer em Curitiba e também das palestras e depois...Back to Paris...

Men in Italy... Miner...




Momento único meu e de minha câmera soltas pelas ruas de Milão. Efervescência.  Homens por todos os lados na hora do almoço. Cruzam por todos os lados. E segue o azul. Ele insiste em se fazer indispensável para a elegância nata, desprogramada. Sim. Você pode ser um gravatinha e ser cool


Bom também...




Ser simplesmente básica e chiquérrima. Desafio eterno para quem quer adentrar nos campos da elegância. 

Vibração continua no tênis vermelho...




 Dias diferentes. Cidades italianas. Verão 2014.








Som?




Bye!



Para pensar em azul... Blue Velvet, David Lynch...





Homens por todos os lados. Foi isso que vi e captei em alguns meses na Itália. Fiquei fascinada ( como todo mundo que vai para lá) com a elegância nata deles. E intrigada também.  Que o vestir-se bem não é simples é constatação primária. Tento ir mais fundo e entender esse vestir que nada tem a ver com grifes, pelo contrário, é base para os grandes criadores se inspirarem, mas só chego a uma conclusão. O vestir vem do prazer, do hedonismo, do tentarmos traduzir quem somos através do que portamos. Claro que uma roupa bem cortada, um jeans que dura anos e uma bolsa que não fica datada em cinco meses ajudam muito, mas a consciência do vestir é muito mais que isso. Para pensar em azul, veludo e em jeans. Para pensar em misturar cores (como o toque da camisa rosa e o sapato e a meia). É muita cadencia dentro de uma naturalidade. Superioridade no vestir. 






Até mesmo um terno pode ser menos careta. Hoje estou com essas palavras na cabeça. Vai saber o motivo: maioral, autoral, magistral...



  A inspiração azul segue martelando ainda mais com essa foto feita nas ruas de Bergamo. O músico e a cor. O som fica para gente imaginar. Mais veludo. Azul. Blue Velvet, quem viu o filme do David Lynch? Aconselho muitas vezes. 
Década de 80, música, figurino e atores. Um marco no cinema. 
Sou suspeita. Amo a visão de mundo de Lynch.



Aqui obra dele em expo na Maison Europeia da Fotografia de Paris, esse ano. As peças eram todas feitas com imagens que ele colheu em filmagens. Ta aí: Lynch é um artista maior. Em Paris tem também seu bar que se chama Silence. Não fui ainda por preguiça (durmo cedo). Mas já fui convidada algumas vezes. Lá só entra assim. Membros da casa que te convidam. 




Uma imagem. Mais que isso? Vai para sua mente aprovar, reprovar, amar, inspirar.
É isso.


O som:






Bisous
A+

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