Street-style Paris... Louis Imfeld...


Street style da vida real. Comecei um projeto com a Elle Brasil para mostrar as mil facetas da parisiense. Mulheres nas ruas de verdade, fora Fashion Week... Nessas idas e vindas cruzam uns boys como o  Louis Imfeld. Ele é o namorado da Elena Castello que é a primeira da série publicada lá no site da ELLE. Passa lá para ver. 

Quanto ao Louis 100% parisiense.  AMO. 
Ah! O cachorrinho se chama Winnicott
BISOUS

Street Style. Elle Brasil, Chaman- Eau de Couvent... Maria Grazia Chiuri, Pierre Cardin...

E o circo continua lindo e vivo por aqui. Passei a semana envolvida com os desfiles, festas e o snap da Elle Brasil, além de algumas entradas e transmissões ao vivo para o facebook da revista e também para o meu. É intenso tudo que acontece nessa retomada do blog e da minha carreira e também intenso o que acontece em torno da moda. 

MONSIEUR PIERRE, 94 






 Temos um apelo orgânico à moda como a apresentação do Pierre Cardin ontem em uma viagem fantástica que fizemos ao Sul da França ( tá lá hoje no snap da Elle Brasil e no insta +Elle Brasil. Matéria aqui ). Um clima de interior, um clima simples, mas uma riqueza de detalhes e tantas informações nas entrelinhas que é de emocionar. 

A moda dá um restart depois de um momento desgastante de egos e explosões de looks du jour com todas aquelas vendedoras on-line disfarçadas de influências digitais.  Acho que agora as coisas estão mais claras. Todo mundo já sabe que é propaganda, que é tudo pago e que não há nada de errado nisso desde que seja do conhecimento do leitor. 


Essa matéria já está velha e vamos em frente por que tem Maria Grazia Chiuri na Dior, sendo a primeira vez na história da marca que uma mulher assume o comando da casa. E também tem a Vêtements para nos salvar da cafonice dos brilhos que eu amo, mas canso e também não faz parte do meu mundo, mas faz parte do mundo de algumas pessoas e do sonho delas também. Estou aqui para isso, para contar e não apenas para dizer o que eu gosto. 


Bem...




O link para o meu balanço para  a Elle Brasil está aqui: 



Sobre aromas... Uma paixão...


Tenho adoração por perfumes e cosméticos. Dedico grande parte do meu orçamento a isso. Perfumes, óleos, cremes, shampoos... Todo esse mundo de alquimia e beleza me fascinam. Como se eu ainda fosse criança. Como se eu acreditasse que, se eu usar esse ou aquele perfume ou um determinado creme, minha vida ou minha aparência, magicamente poderão me transformar em alguém mais belo, melhor ou simplesmente diferente do que sou. A palavra Chaman do perfume da Eau de Couvent  tem esse apelo. O Chaman é um feiticeiro. Alguém que cura através de drogas, plantas. Ele tem o poder da transformação. Amei a conexão. Não é nova, muito pelo contrário. É milenar, mas isso me fascina ainda mais. E o cheiro é realmente bom. Foi presente. Não comprei, mas amei. Amei também o óleo corporal que eles chamam de Précieuse de Couvent. Tem óleo de Argan na fórmula e eu aprendi com a Malika, uma das massagistas que me atendeu na semana de détox que fiz em Genebra no La Resérve que ele é maravilhoso para peles secas como a minha. E não é que é verdade? Eu agora uso óleo de Argan todos os dias e consegui hidratar minha pele do corpo que é muito seca, desde sempre. Tenho as extremidades frias, típicas de pessoas ansiosas, o que faz minha pela molhar e ressecar. Minha irmã sempre me chamou de rã por isso. Bem, a rã aqui está contente e cheirosa e quer desejar bom domingo para todos. Me sigam aqui e lá e onde me acharem.

Um beijo

Uma paz 

Um amor

Um a + de sempre


@anagarmendia


Moda Paris faz 10 anos... Street style... Karlie Kloss, Peter Marino, Ulyana Sergeenko, Daphne Guiness, Kate Holmes, Karlie Kloss , Elena Perminova...


Faz dias que me ensaio para escrever essas linhas. O Moda Paris começou há exatamente 10 anos. Foi em 2006 quando vim para Paris pela primeira vez para ficar uma longa temporada que ele nasceu. Naquela época eu já tinha um site, mas na transição de países o sistema de lá não funcionava no daqui e eu acabei entrando para o blogspot. Eu queria muito mostrar a moda das ruas. Ver as pessoas e suas escolhas de looks em viagens foi algo que sempre me fascinou. Uma das minhas primeiras matérias de jornalismo de moda foi exatamente com fotos feitas nas ruas de NY ( já contei aqui, acho). Aqui comecei o trabalho da formiguinha. No Brasil, eu já tinha uma carreira de colunista e jornalista consolidada no Paraná. Aqui eu era alguém de um estado e cidade que ninguém nunca tinha ouvido falar no meio da moda. Foi um desafio me credenciar para os desfiles. Para a moda francesa Curitiba não representava nada e como explicar que eu queria ver as apresentações e que lá tem sim gente que vem para cá e consome moda? Bem, ela continua não representando, mas eu fui trilhando o meu caminho aqui no blog com minhas postagens e logo apareceram frilas para fotos de sites importantes como Style.com e Vogue. It. Sem querer, minhas fotos acabaram sendo vistas pelo mercado e tendo uma saída inesperada. Eu não era fotógrafa. Eu apenas queria fazer fotos de pessoas nas ruas para mostrar o que elas usavam e assim comecei. Fotografava no dia a dia e postava. Paralelo a isso, falava sobre desfiles, revistas, looks de famosos, notícias do mundo da moda. Com o tempo, acabei sendo totalmente absorvida pela fotografia. Virou uma paixão. Uma obsessão fazer fotos cada vez mais tecnicamente belas. Eu sempre fui um foto-jornalista e continuo sendo. Sempre achei que, para ilustrar meus textos, o melhor eram minhas fotos. E assim continuei durante um tempo com alguns sites, jornais, com a Vogue Brasil e em alguns projetos sozinha. Depois fiz tanta coisa como o Telegraph.com. E ainda fiz um livro. O Retrato de Uma Cidade do Século 21. Uma conquista. Mais de 200 páginas com fotos e textos. Um pouco da minha vida despejei ali, mas ainda escreverei mais. Com o tempo tudo isso, toda essa roda viva de mais de 60 PFW e acho que quase mil desfiles, se contar entre Brasil e aqui, acabou gastando um pouco. O papel de fotógrafa me tirou o papel de jornalista e eu não gostei de ser maltratada em desfiles.  Cheguei a passar pelo momento onde, durante um desfile de uma marca famosa, eu não tinha mais o direito de sentar por ter uma máquina na mão. Foram algumas decepções que me fizeram dar um tempo. A fotografia está ao alcance de todos, mas a sua alma, não.  Eu precisava valorizar a minha linha de pensamento. Poxa, são mais de 20 anos de jornalismo. Uma vida cheia de sonhos como vir para Paris e ver um desfile. Realizei tudo isso, mas preciso de vida real, de moda de verdade, de sorrisos ( e são tantos) e de beleza. Continuo hoje com minhas fotos. Retomei o trabalho como jornalista com colaborações com o Terapia do Luxo, O Bem Paraná, a Revista Têxtil e migrei para a Elle Brasil. Todas essas mídias muito me orgulham. Mudei o foco para um jogo duplo mesmo. 
Quero falar, fotografar, relatar e, principalmente, compartilhar o meu conhecimento com quem se interessa pelo que posto. Por isso, meus amores, aqui um apanhado de imagens que marcaram esses anos e que eu escolhi para ilustrar esse post de comemoração, esse post de dedicação, esse post que faz meu coração estar apertado, que me fez perder noites de sono com essa página até então em branco diante dos meus olhos, mas que hoje eu encerro para recomeçar ou para continuar. 

Escolhi algumas imagens que marcaram esse período: 


















Espero que gostem. Semana que vem tem mais nas redes sociais da Elle Brasil e também nas minhas. Adicionem meu  snapchat anagarmendia68. Isso mesmo, nasci em 68 e hoje tenho 48 anos de idade muito bem vividos e cheios de histórias para compartilhar. Voilà. Viva todos nós que acreditamos no real com frufru. É assim que sou: bem real, mas meio fresca para algumas coisas. Uma mulher cheia de manias, vaidades, mas repleta de amor para dar e nunca vender. 


Som?

Vai aí também....
















Bisous

A+


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